@leandro_ogalha
Profile
Leandro Ogalha
Experience
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Jan 2010 - Present
Collaborator / ResultsOn
Production of content on intelligence business, management enterprise and Y generation. Website and magazine. -
Sept 2009 - Present
Founder / Intervenções Collective Site
Intervencoes.com.br is a collective site that updates its readers with posts on art events taking place throughout the world. -
May 2009 - Present
Partner - Director of Digital Strategy / Tboom Interactive
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Mar 2009 - Present
Writer / HSM Inspiring Ideas
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May 2008 - Present
Writer / Update or Die
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Jan 2008 - Present
Speaker and Consultant / IdeiaLab Strategy and Innovation
Onwer at IdeiaLab IdeiaLab Strategy and Innovation
IdeiaLab online is an incubator of ideas and innovation.
Inspired by the incubators of the world's top universities, focusing on the need for brands to interact and listen to his audience, to create this channel IdeiaLab open innovation and crowdsourcing dialogue and providing solutions to challenges faced by companies.
Speaker and Consultant on new media and collective intelligence to innovation. -
Mar 2004 - Mar 2005
Accounting and Planner Executive / Buzz Comunicação Dirigida
Accounting and Planning Executive -
Dec 2001 - Feb 2004
Marketing Assistant / Universidade Bandeirante de São Paulo
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Jan 2000 - Sept 2001
Marketing Assistant / Anhembi Turismo e Eventos
Education
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2008 - 2008
Escola Superior de Propaganda e Marketing
Innovation management -
2008 - 2008
Pearsons College - London, UK
English -
2003 - 2005
Universidade Metodista de São Paulo
Strategic PlanningActivities: Specialization - Strategic Planner -
1998 - 2002
Universidade Bandeirante de São Paulo
Advertising
Additional information
Posts
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August 31, 02:00 PM
The Planner Survey 2010
Esta pesquisa apresenta dados sobre a profissão de planejamento de comunicação no Brasil e no Mundo. Se vc é um planner e está pensando em pedir aumento, vale apresentá-la junto com sua solicitação. Outro detalhe interessante: ao contrário da maioria dos mercados, as mulheres ganham mais que os homens nesta categoria.
- August 24, 03:44 PM
- August 24, 02:48 PM
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August 23, 02:34 PM
A banda americana “She Wants Revenge” desembarca no Brasil para uma apresentação em São Paulo. O show será no dia 9 de setembro na Clash Club, às 22h. Já estou atrás do ingresso!
O duo formado pelos djs Justin Warfield e Adam “12” Bravin, chamou a atenção da gravadora Geffen Records depois que suas músicas estouraram nas rádios americanas especializadas em rock alternativo.
Com sonoridade pós-punk, seu som melancólico tem como influências bandas como Bauhaus, Joy Division, New Order, The Cure e claro, Depeche Mode. Seu último trabalho, o single, “Up and Down” foi lançado em 2009 e conta com a participação de Zina Star, nova artista contratada pelo selo da banda. Via Intervenções
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August 20, 07:23 PM
Nunca mais esqueça em quem votou!
A rede social Eu Lembro é um projeto da WebCitizen, uma empresa que tem como proposta estimular o engajamento cívico. Eles também são os criadores do Vote na Web, que é usado para colocar os projetos de leis que estão sendo votados no Congresso Nacional em votação entre o internautas; aproximando a população das decisões dos congressistas. Já o Eu Lembro é uma criação mais recente e ajuda o eleitor a lembrar pra quem deu o seu voto e acompanhar suas ações durante o mandato.
Ao se cadastrar no Eu Lembro e criar seu perfil, o eleitor pode selecionar uma lista de intenções de voto e passa a seguir esses candidatos. Em sua home ele acompanha as atualizações das notícias sobre determinados políticos. Essas notícias são reproduzidas automaticamente da Wikipedia, Youtube, Busk e Twitter.
O eleitor também tem a chance de participar de um fórum, onde são expostas as opiniões de outros eleitores. As opiniões dos eleitores no fórum formam uma métrica de percepção positiva ou negativa a respeito de cada político, assim como um gráfico de intenção de voto.
Outros sites onde os eleitores podem se informar melhor sobre o que rola no universo político e sobre as ações de seus candidatos são Voto Consciente, Cidade Democrática, Ethos e Transparências. Via Revista Trip. -
August 11, 07:27 PM
Hoje estive num evento com o conhecido consultor e investidor Guy Kawasaki e o meu “guru” Walter Longo para o lançamento da plataforma de interação do Life’s Good Lab, um fórum inédito da LG para aqueles que querem discutir novas ideias. Uma ótima oportunidade de encontrar os amigos, fazer contatos, mas principalmente se surpreender com a iniciativa da empresa de convidar as pessoas que consomem seus produtos para criarem juntos.
Muito parecida com a nossa proposta aplicada pela IdeiaLab de buscar as soluções e caminhos de inovação através da inteligência coletiva.
Fico muito feliz de ver marcas como a @lgdobrasil (#LG) lançar uma plataforma desta exclusivamente pelo Facebook. Mostrando para todos, principalmente para o nosso mercado, os caminhos da inovação via redes sociais.
Eu costumo indicar apenas ações e produtos que realmente acho interessante divulgar para meus amigos e leitores, principalmente por trabalhar com “social media”, se a ação é interessante, eu faço questão de compartilhar.
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August 06, 04:03 PM
O Agente Cidadão, ONG que coleta doações para pessoas e entidades carentes, realizou intervenções urbanas em viadutos e pontes de grande circulação para divulgar sua campanha de inverno 2010. Inclusive fizemos um post da ação no Coletivo Intervenções.
Nestes cenários, usados como lar por moradores de rua, foram coladas imagens de um armário cheio de roupas em tamanho real e o cartaz da campanha. Os locais se transformaram em anúncios vivos, chamando a atenção de pedestres e motoristas. Fotos espontâneas se espalharam nas redes sociais e o próprio registro da ação derivou a campanha impressa. Em apenas 1 mês, os acessos ao site da instituição quadruplicaram e as doações ultrapassaram 3 toneladas. No vídeo acima, assista a apresentação do case para a mídia e festivais internacionais (com orgulho nosso coletivo foi citado).
Parabéns à equipe da Ogilvy Brasil e ao Agente Cidadão pelo projeto.
Via Intervenções
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August 06, 03:51 PM
Vídeo de apresentação da Tboom Interactive (agência onde atuo com estratégia e conteúdo) que convida anunciantes e empresas a se comunicarem de um jeito novo e, assim, estabelecer um diálogo com seu público-alvo, cujo hábito de consumo e de comunicação se renovam quase que diariamente.
E é a necessidade deste diálogo que justifica a existência da Tboom. Uma agência de inovação, de tecnologia, de comunicação. Uma agência que estuda o novo consumidor, que é feita por novos consumidores. Uma agência nova e que quer continuar nova pra sempre. A trilha sonora e sua letra foram desenvolvidas com exclusividade para este projeto. -
July 27, 06:23 PM
Minha entrevista sobre mídias sociais e política no Jornal Diário do Comércio
Hoje foi publicada uma matéria no jornal Diário do Comércio com entrevista minha e de outros profissionais falando sobre Social Media para marcas e política. Vê lah: http://bit.ly/97CkRo
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July 27, 05:32 PM
Snowboard no asfalto - Post no Update or Die
Postei hj no Update or Die. O design que mais me chama atenção é aquele que repensa o já existente, e o studio do designer Mike Simonian tem um certo talento para isso. Em parceria com Pieter Schouten, Mike desenhou o Flowlab Skateboard, um skate com 14 rodas que alcança inclinação de até 45 graus, oferecendo a fluidez e a sensação real de andar de snowboard ou surfar em pleno asfalto. Para os early adopters também dos esportes radicais, custa em média U$ 80,00 no site da Sport Technology. Via
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July 21, 04:33 PM
Galera pegando tubo de skate. Como não pensei nisso antes!?!?
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July 20, 04:03 PM
Ontem estive na festa de lançamento do #VivoOn e posso dizer que valeu a pena. Uma festa bem organizada, com as pessoas certas. Já o produto parece ser bastante interessante, pois possibilita uma grande base de pessoas com celulares pré a acessar as redes sociais, ampliando as possibilidades de ações e a inclusão digital mobile.
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July 14, 10:49 AM
O mundo hj está tão mudado, mas ao mesmo tempo tão comum. Poucas pessoas conseguem enxergar novas possibilidades: A arte urbana pode ajudar a conquistar o amor da sua vida. Via Intervenções.
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July 08, 06:35 PM
Eu acho muito legal os novos formatos de arte através da possibilidades transmídias. Mais um fantástico vídeo em stop motion do artista BLU. A história da evolução do universo e o seu possível fim. Com vcs: Big Bang Big Boom!
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July 08, 05:24 PM
“A vida em um dia” é um projeto que convida literalmente todo o mundo para , no dia 24 de julho de 2010, filmar as 24 horas do seu dia e, com esse material, montar um grande documentário colaborativo mundial.
As filmagens serão selecionadas e terão Ridley Scott como produtor e Kevin Macdonald na direção. O resultado final será apresentado no Sundance Film Festival. Os colaboradores que tiveram suas filmagens selecionadas terão seus créditos no filme e ainda poderão estar entre os 20 que irão para o Sundance! Saiba tudo sobre o projeto aqui
Via Intervenções
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July 06, 11:29 AM
Recentemente participei de uma ação de social media da Samsung chamada Deixe sua Marca, onde eu e outros 3 blogueiros (@aleferreira, @guicury e @lucianasabbag) foram convidados para realizar uma intervenção humana e criar imagens que remetam à marca do produto, o celular Samsung Star 3G. Agora o site para votação da melhor intervenção está no ar. Vote no amigo aqui (rs). Vlw!
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July 05, 03:58 PM
Filme publicitário americano usa o Brasil para zombar com argentinos. Sensacional, só assistindo!
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July 05, 11:17 AM
A gigantesca indústria porno na web
- July 05, 11:02 AM
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July 01, 10:16 AM
Videocast de Cultura da Petrobras. Projeto de alta qualidade, amarrando mídias sociais, cultura e branding. Sem palavras.
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June 30, 07:29 PM
Vídeo gravado em Londres pelo fotógrafo Alex Silver. Incrível! Morei lá por 6 meses e ficaria por muito mais tempo. Saudade.
- June 30, 07:13 PM
- June 07, 07:12 PM
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May 31, 04:21 PM
A Samsung desafiou 4 blogueiros para fazer uma intervenção humana e eu sou um deles! Esta ação faz parte do lançamento do novo celular Star 3G, que tem como marca uma digital humana. Com isso, eles querem que cada blogueiro leve o máximo de pessoas para o Shopping Eldorado e forme o desenho da digital com pessoas. Tudo será filmado e fotografado. Depois as imagens irão para o site da campanha para votação aberta para ser decidido o vencedor.
Se você deseja participar desta intervenção, basta mandar seu nome e telefone para intervencoesblog@gmail.com com o subject “Intervenção Humana” e aparecer por lah. Pode chamar a galera!
Será dia 6/6 (Domingo) às 13h – Shopping Eldorado, espaço Átrio Pinheiros.
Conto com vcs!
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May 28, 05:49 PM
Esta semana estive na Results #onweek palestrando sobre Inteligência coletiva e Inovação. Como o pessoal pediu bastante pelo Twitter a apresentação, subi ela no SlideShare. Taí slide por slide. Tudo bem que ela é só um guia para todo o diálogo com a platéia (que vc pode assistir na íntegra no vídeo do post abaixo), mas já ajuda a compartilhar o conteúdo com que é interessado pelo tema. Bom final de semana a todos!
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May 27, 04:20 PM
Palestra “A Colaboração como ferramenta para a Inovação” na ResultsOn Week
Foi muito prazeroso compartilhar ideias com o público presente no #onweek. Falar sobre inteligência coletiva e inovação com quem se interessa por este novo modelo só nos motiva a estabelecer um negócio fora do formato padrão que conhecemos.
Neste vídeo, estão as 2 palestras que falam sobre esta revolução social através das novas mídias: Ana Cortat (Agência Click) e Eu, pela IdeiaLab (minha palestra está do meio do vídeo pra frente). Para quem não pode comparecer no evento, é só assistir aqui. Vlw!
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May 25, 04:49 PM
Amanhã, quarta-feira às 14h30, eu vou falar sobre Inteligência Coletiva e a IdeiaLab na palestra “A colaboração como ferramenta para a Inovação”. O evento ResultsOn Week é organizado anualmente e traz os maiores nomes dos novos negócios, empreendedorismo e inovação. Este ano eu tive a honra de ser convidado! Quem quiser aparecer por lah, acesse o site e faça sua inscrição: http://resultson.com.br/resultson-week/
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May 20, 06:49 PM
Vc já conhece a Google TV? Está aí o início da integração da web com o meio TV de forma abrangente e acessível. Vejo acontecer nesses últimos tempos tudo aquilo que imaginávamos que se tornaria realidade num futuro não tão próximo. Imaginem daqui 5, 10 anos? Ainda bem que estou vivendo este momento, assim posso presenciar uma das maiores revoluções humanas da história \0/. Mais em http://www.google.com/tv/
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May 20, 06:35 PM
Novo filme da Nike - Write the Future
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May 19, 04:08 PM
Acaba de ser lançado o vídeo Social Media Revolution 2, criado por Erik Qualman, a mente por trás da Socialnomics, teoria onde a ideia é convencer as pessoas de que a mídia social não é uma moda, e sim uma mudança fundamental na forma como nos comunicamos.
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May 19, 03:50 PM
Ação do Coletivo Intervenções no Metrô de SP: Passageiro Sardinha
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May 19, 11:56 AM
Esse vídeo é um dos criados para a ação do Young Lions 2010. É hilário!
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May 17, 03:01 PM
Estive na Ed. Abril há alguns dias para a apresentação desta pesquisa, que se refere aos hábitos de consumo das mulheres da nova Classe C Brasileira. Gostaria de compartilhar este conhecimento com vcs. Abs!
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May 13, 01:56 PM
O designer Daniel Rybakken cria ambientes e objetos com efeitos subconscientes de luz, criando a ilusão da luz do dia. Veja mais no meu post do Update or Die: Design, Arquitetura e Arte
- May 12, 06:24 PM
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May 12, 06:22 PM
Descobri recentemente e entrou para a minha playlist!
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May 11, 03:23 PM
“Um mini documentário bem bacana sobre a história da web semântica, com várias entrevistas, entre eles tem o Tim Berners-Lee: Web 3.0 from Kate Ray on Vimeo.”
- May 11, 03:05 PM
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May 11, 02:56 PM
Estarei na ResultsOn Week!
Geração Y, mundo digital, empreendedorismo, marcas, criatividade, paixão… Estes serão apenas alguns dos temas que vão rolar no próximo ON Week, que acontecerá no Teatro Vivo, de 25 a 27 de maio, em uma programação intensa e diversificada, que reúne palestras, painéis, debates e workshops. Tudo isso comandado por um casting de primeira. A programação completa você confere aqui.
No dia 26, as 13h30 eu vou apresentar a palestra O poder da colaboração como ferramenta de inovação, detalhando as experiências com a incubadora de ideias IdeiaLab e o Coletivo Intervenções.
Todo mundo fala sobre a importância de ser mais inovador. Mas a gente quer ir mais fundo nisso e ver o que realmente significa esse conceito, onde buscar essa inspiração e como aplicar isso na prática.
- May 05, 02:05 PM
- May 05, 01:52 PM
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May 05, 01:50 PM
Pensamentos e Devaneios
Hoje tenho a honra de colaborar com alguns blogs, como o Update or Die, HSM Inspiring Idea, Batedeira, IdeiaLab, ResultsON e aqui no Intervenções. No entanto, nem sempre posso dizer coisas particulares, visões pontuais, experiências próprias. Então decidi abrir este espaço para isso. Vamos ver no que vai dar. Abs
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Dia de muita conversa, mas bem produtivo. Off até segunda!10 hours ago from HootSuite
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Bem que o @BobWollheim sempre falou que ser seu próprio patrão é bem mais difícil que ser funcionário #empreendedorismo17 hours ago from HootSuite
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@fabricioremigio com certeza o @jonnyken teve a melhor postura, abrindo o jogo e dando satisfação para todos. Estou do lado dele! #migreme34 hours ago from HootSuite
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Putz, o Migre.me perdeu tudo, inclusive minhas métricas! Mas eles não têm culpa e o Jonnyken explica: http://ow.ly/2yGHK Forçae!38 hours ago from HootSuite
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@idegasperi passei pelo "Tubarão" e te vi lah, mas não chamei, pois nao tinha certeza. Estarei lah este feriado. Qlq coisa dá um toque!40 hours ago from HootSuite
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@idegasperi Acho que te vi em Cambury neste final de semana. Tu estava lah?41 hours ago from HootSuite
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Troquei o Tweetdeck pelo Hootsuite. Bem melhor, af...41 hours ago from HootSuite
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Indo para a reunião na base do @updaters_, com geladeira cheia de Guinness2 days ago from TweetDeck
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E não é que o Corinthians esta se beneficiando com seu excelentíssimo tocerdor presidente!?3 days ago from TweetDeck
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The Planner Survey 2010 em http://ogalha.tumblr.com/3 days ago from TweetDeck
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Torcicolo, seja bem-vinda!3 days ago from TweetDeck
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Soh quero dizer que o surf rendeu este final de semana.4 days ago from TweetDeck
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Incrível! Categoria: Jobs que gostaria de ter feito RT @Raquel_Costa: Essa ação tem a sua cara @leandro_ogalha. Já viu? http://bit.ly/cPfzVe4 days ago from TweetDeck
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Taí o motivo da minha falta de tempo pra família, pros amigos... http://migre.me/18EBd #jobstboom14 days ago from TweetDeck
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@maestrobilly @rventurelli @leandro_ogalha @GustavoGiglio @inagaki Essa história de Sabre pode ficar off14 days ago from TweetDeck
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@rventurelli Tks pelo #FF especial! rs14 days ago from TweetDeck
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#FF Estrada para o litoral!14 days ago from TweetDeck
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Olhem esse site com descontos de 50% - 90% em produtos e serviços na sua cidade -http://www.peixeurbano.com.br/convite/GW64xfbw - http://www.peixeurbano.com.br/convite/GW64xfbwPosted 18 days ago
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Hj vai ter chuva de meteoro. Tem alguma chance de cair no congresso federal?Posted 3 weeks ago
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Acamos de fumar charuto na porta da maternidade. Todos c dor de cabeca, mas muito felizes com a chegada da maria carolina!Posted 3 weeks ago
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Pronto pro teste ergometrico!Posted 4 weeks ago
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A band me faz o debate no mesmo dia e hora da final da libertadores!? Bobinha...Posted 4 weeks ago
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A dilma nao esta preparada nem p falar em debate, imagina p assumir o pais.Posted 4 weeks ago
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Tem gente que vale a pena...Posted 9 weeks ago
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Cara, de uma vez por todas: Eu não curto comida japonesa e não é questão de costume, é de não gostar mesmo!Posted 10 weeks ago
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Festenha na agência daquiapoko. Azia dos salgadinhos na sequência.Posted 10 weeks ago
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Por mim, aproveitaria o jogo de amanhã + o conceito falido de Casual Day, serviria cerveja pra galera, distribuiria alguns briefs e lançaria o Insight Day... Pra galera relaxar, trabalhar a vontade, sem prazo, sem cobranças, apenas ideias inspiradoras...Posted 2 months ago
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May 28, 04:45 PM
O Poder da Colaboração para a Inovação
Palestra de Leandro Ogalha sobre a revolução social através da inteligência coletiva e o formato de gestão da IdeiaLab Estratégia e Inovação. Conheça mais em www.ogalha.net e www.ideialab.com - May 03, 12:23 PM
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July 21, 04:10 PM
Gestão de Crise Revista HSM
Empreendedorismo É preciso ouvir as más notícias Ser empreendedor é uma ocupação exigente e arriscada, que também pode ser muito ingrata: segundo números oficiais, a maioria das novas empresas fracassa no primeiro ano. Este artigo, que aproveita a experiência pessoal de um empreendedor envolvido na criação de diversas empresas, afirma que osucesso de um empreendimento depende de uma boa ideia e a exposição dessa ideia às críticas. Autora: Kery Susan Smith Fonte: Revista HSM Management Julho/Agosto 2009 -
July 21, 04:06 PM
Inovacao Aberta Revista HSM
De fora para dentro Entrevista com Larry Huston. Pioneiro da inovação aberta, o ex-VP de inovação da Procter & Gamble conta como surgiu o modelo de negócio “conectar e desenvolver” e aposta: este será o novo paradigma da área. Autora: Adriana Salles Gomes Fonte: HSM Management -
May 20, 02:02 PM
Artigo de Leandro Ogalha - IdeiaLab na HSM Management
Artigo que Leandro Ogalha escreveu na HSM Management sobre o novo mercado fonográfico. -
February 07, 10:51 AM
PLANEJAMENTO E INOVAÇÃO EM AGÊNCIAS DE COMUNICAÇÃO
Palestra sobre planejamento de comunicação e inovação em agências de comunicação. Por Leandro Ogalha.
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September 03, 09:00 AM
The Gregory Brothers – Especialistas em mídias sociais
Os Gregory Brothers, sem dúvida algo original e muito inspirador. Eles pegam um vídeo na web, geralmente um que esteja começando a ganhar fama, um vídeo com potencial criativo, e o transformam em música. Pode ser qualquer vídeo. Como a música fica aceitável, a vendem na iTunes Store, ou seja, ganham dinheiro com música, de um jeito totalmente novo.
De tudo o que já fizeram, “Bed Intruder” me parece ser o maior sucesso até agora.
Vídeo Original
Versão Gregory Brothers
Semana passada este vídeo estava na posição 63 do ranking, uma abaixo da Rihanna, e hoje está na posição 38. Cerca de 30.000 músicas foram vendidas na iTunes Store, teve dia que chegou a TOP 3 (imagem abaixo). Número 89 na Billboard Hot 100, matéria no Today Show nos EUA e uma série de vídeos-respostas (1 e 2) que não param de aparecer.
Musicalmente, “Bed Intruder” pode não ser a composição mais original dos últimos tempos, e mesmo que seja bem controverso toda essa criatividade ter sido explorada a partir de um crime, não há como negar a efetividade da criatividade em uma indústria que já foi chamada de falida.
Perceba: quando os Gregory Brothers decidem fazer seu trabalho começando por algo que já está presente nas rede, o que eles estão fazendo é mais ou menos como dizer “entendemos vocês, vamos começar a partir daqui”.
Quer outro elemento novo? Os Gregory Brothers dividem o lucro da venda da música com a família Dodson, e Antoine, o “figura” que deu a entrevista, hoje aparece em shows, concede entrevistas e já juntou dinheiro suficiente pra mudar do bairro pobre onde o incidente aconteceu.
Outra? Os Gregory Brothers respondem rápido ao que aparece na rede. Vejam o caso mais recente: outra música feita a partir um vídeo que começa a ganhar notoriedade. A música conta a história de uma garotinha que pegou seus pais na cama, “namorando”.
Vídeo Original
Versão Gregory Brothers
Com consumidores cada vez mais “desconfiados” da propaganda , temos que inventar nosso novo caminho, e esse caminho é cada vez mais próximo de quem ainda chamamos de target.
Nosso papel sempre foi encontrar o novo, e continuará sendo. Criamos voz para marcas que precisam entrar nessa conversa louca que está acontecendo aí fora. Não existe nada parecido com esse tempo em que vivemos, não dá pra continuar fazendo do jeito que sempre foi feito.
Vivemos um momento muito interessante, e o modelo da publicidade precisa ser redesenhado para sobreviver na era das mídias sociais.
Via Brainstorm9
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September 02, 01:34 PM
Mobile Marketing
O celular tornou-se elemento essencial em nossas vidas. Tenho certeza de que muitos preferem esquecer a carteira e o dinheiro em casa, ao invés de esquecê-lo. Atualmente, ele é uma ponte para que milhares de empresas possam conquistar clientes através de um objeto tão pessoal.
O que está acontecendo no mundo do mobile marketing?
Se considerarmos que no primeiro trimestre de 2010 as vendas de smartphones cresceram nada menos que 49% em todo o mundo, é fácil ver como esses pequenos terminais revolucionaram a forma de nos comunicarmos, acessarmos a internet e administrarmos a nossa vida online.
A partir deste ano, deixamos de utilizar o telefone apenas para fazer, receber chamadas e enviar SMS, e caminhamos para o próximo passo, onde o aparelho torna-se um computador pessoal capaz de acessar a web, receber conteúdo multimídia via Bluetooth, instalar aplicativos e interagir com diversas marcas através de QR-Codes.
Recentemente, um estudo da ABI Research – instituto internacional de pesquisas sobre conectividade e tecnologias emergentes – apontou um crescimento estimado de 53% no mercado de celulares até 2013, sendo que os investimentos em publicidade para celulares no Brasil devem alcançar US$ 12 milhões até o final deste ano, 50% a mais do que os investimentos realizados em 2009. Em 2014, esse volume poderá chegar a US$ 41 milhões.
Levando em consideração esses dados, podem surgir alguns questionamentos: o que as marcas estão procurando no consumidor quando usam o celular como veículo de comunicação? Quais são as tendências que estão começando a ter peso nesse canal? Podemos resumir essas e outras respostas em alguns tópicos.
Nós queremos o mesmo, porém mais barato
Em 2009 e em 2010, vimos as marcas oferecerem ‘cupons de desconto’ como incentivo para os consumidores ativarem o Bluetooth. Para o segundo semestre deste ano, vamos ver milhares de ações como essas com a entrada das zonas de interatividade via Bluetooth no mercado.
Passaram a surgir hotspots de Bluetooth em pontos de grande circulação para compartilhar conteúdos e anúncios publicitários – e aparelhos celulares fazem a plataforma perfeita para encontrar atrativos, “pechinchas” irresistíveis ou estabelecimentos oferecendo a melhor massagem com os melhores preços, por exemplo.
O auge do QR-Code
Também conhecido como ‘Quick Response’, é um código bidimensional que pode ser escaneado com a câmera de um celular para exibir textos, imagens, vídeos, música ou mesmo acessar um site. Essa linguagem foi criada no Japão para armazenar informações e números de série nas peças dos carros na linha de produção.
Restaurante em Barcelo utiliza QR-Code na fachada para informar cardápio
Tem sido altamente eficaz para ações de marketing nos Estados Unidos, por conseguir armazenar um grande número de informações. Por isso, pode ser usado por empresas que querem promover os seus produtos de uma forma “diferente”, amplamente utilizado em campanhas de marketing viral.
Elementos de incentivo
Mas, afinal, o que os consumidores estão comprando com os seus aparelhos móveis? Segundo a Mobile Marketing Association, 17% dos consumidores estão optando por itens intangíveis, tais como wallpapers, aplicativos, músicas, ringtones e games, e apenas 6% optaram pela compra de objetos reais.
No entanto, essa tendência parece estar mudando, e está ocorrendo com certa rapidez. Para ilustrar esse ponto, é interessante ver como diversas empresas nacionais criaram campanhas de incentivo oferecendo benefícios e descontos para os consumidores que ativarem o Bluetooth.
Marketing puro e simples
Bioritmo, Saraiva, Senac, Vivo e Chevrolet representam centenas de empresas de todos os tamanhos que optaram por desenvolver aplicativos que prometem bônus, descontos ou benefícios para seus usuários – às vezes, oferecer um aplicativo ou game, cuja função básica é vender sua imagem através dos dispositivos móveis. Em outros casos, vai um passo além, ao optar por oferecer descontos nas compras feitas através do celular, incluindo promoções exclusivas.
Abaixo, o vídeo de uma empresa norueguesa que pode ilustrar os tópicos abordados acima e que tem servido como exemplo para a minha equipe:
Via iMasters
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August 25, 04:48 PM
Arquitetura desprogramada e espaços espontâneos
Diariamente lidamos com o marketing viral, pop-ups e spans que geram pouca atenção, são como atualizações de status que transformam nossas mentes. A temporalidade veio para estruturar o cenário e os processos da era digital.
Em um gesto que traz as características do mundo online para o offline, o arquiteto Keiichi Matsudaé em seu filme conceitual Augmented City 3D, usa a ideia de temporalidade digital para imaginar um mundo imerso em realidade aumentada.
“O filme é focado na desprogramação da arquitetura e na criação espontânea dos espaços customizados e agregados”, descreve Matsuda. Nós vemos o protagonista central, rodeado por menus de pop-up e projeções touchscreens capazes de transformar cenários urbanos de grafite a jardins e poucos instantes.
Assista abaixo.
Augmented City 3D from Keiichi Matsuda on Vimeo.
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August 25, 12:03 PM
Novo Site Cury
Após alguns meses de desenvolvimento está no ar o novo site da Cury Construtora. Moderno, rápido e alinhado a nova estratégia digital da empresa, o portal oferece, entre diversas funcionalidades, um sistema de busca avançada capaz de encontrar o empreendimento que o cliente procura em poucos segundos após o fornecimento de um CEP e da distância escolhida pelo usuário. O portal oferece ainda canais inovadores de contato com o cliente Cury, como o “ligamos pra você” onde o usuário deixa seu número de telefone e de maneira quase instantânea um corretor retorna a ligação. Há ainda a opção de atendimento online via chat, do corretor online e do atendimento por e-mail.
O portal traz também a integração com todas as redes sociais da Cury, criadas e mantidas pela empresa em parceria com a Tboom. Possui recurso que identifica o cliente que está acessando o site e oferece empreendimentos de acordo com seu perfil e com o histórico de acessos desse cliente ao portal da Cury. A marca investiu ainda na produção de um blog corporativo que traz, além de informações sobre a empresa, dicas de decoração, arquitetura e economia para os clientes que querem mudar o visual de suas casas. Melhor do que contar tudo isso, é navegar por este mundo cheio de possibilidades. Então acesse www.curyconstrutora.com.br e conheça um pouco mais do trabalho da Tboom e da Cury Construtora.
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August 25, 12:03 PM
Campanha Maximo Guarulhos
Depois de participar do maior case do mercado imobiliário em Guarulhos com o lançamento do Único Guarulhos, a Cury Construtora também confiou à Tboom a missão de realizar o lançamento de outra grande promessa: o Máximo Guarulhos. Para tal, foram criadas diversas ações em mídias sociais, em portais da região e ainda um hot site inovador para o produto, cuja ideia utilizava um cubo mágico para mostrar todas as opções de lazer que o empreendimento oferecia. O resultado não poderia ser diferente. Em apenas 35 dias, 700 unidades foram vendidas e a Cury, mais uma vez, virou case de sucesso na cidade.
Peças de mídia online
Posts
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May 27, 12:45 PM
COLETIVO DE INOVADORES
Estamos criando nossa nova plataforma de negócios baseado na inteligência coletiva. Buscamos pessoas da geração Y que estejam interessadas num novo formato de trabalho: Atuar com o Coletivo de Inovadores em jobs que não exigem horários fixos, trajes obrigatórios, comportamento padrão, endereço permanente, mas sim o comprometimento com o processo inovador e o futuro dos negócios, aproximando as marcas das pessoas. Faça parte de um novo mundo onde o que importa é o seu conhecimento para criar o “novo”.
Bem-vindo ao Coletivo de Inovadores da IdeiaLab! Acesse nosso coletivo no LinkedIn.
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April 08, 11:07 AM
IDEIALAB NAS EMPRESAS
O que é a IdeiaLab e seu Coletivo de Inovadores?
A IdeiaLab é uma empresa que desenvolveu um canal de inovação aberta e captação da inteligência coletiva que tem uma metodologia muito simples: As empresas divulgam um desafio no site e as pessoas incubam as suas ideias. Após um período pré-determinado, a IdeiaLab se utiliza de processos de gestão para filtrar as propostas e apresenta para a empresa um projeto completo de inovação. Os colaboradores de destaque, passam a fazer parte do projeto.
Como evolução do formato, a IdeiaLab criou o Coletivo de Inovadores. Um grupo seleto de profissionais formados em diversas áreas dispostos a pensar fora dos padrões e encontrar soluções para as empresas dialogarem com as pessoas e implantarem o processo de inovação em sua gestão de marca, seja através de um brainstorm para um job específico ou a implantação de novos processos de gestão por um período determinado.
As primeiras experiências já foram realizadas com sucesso. No site, empresas publicaram um desafio específico através de um brief, utilizando o formato de brainstorm aberto, ou seja, todas as idéias incubadas estavam disponíveis para qualquer pessoa, criando uma rede de inteligência coletiva que produziram idéias inovadoras à altura da expectativa das empresas. Com isso, o projeto obteve repercussão espontânea em diversos meios, e seu fundador Leandro Ogalha e os integrantes do Coletivo de Inovadores são convidados para apresentar o modelo de “diálogo de marca” em palestras sobre e fóruns sobre gestão, inovação e web 2.0.
Agora, a IdeiaLab evoluiu e oferece seu Coletivo e suas ferramentas para projetos exclusivos para empresas que desejam implantar um processo de inteligência coletiva dentro do ambiente corporativo ou para projetos específicos.
Por que contratar a IdeiaLab?
As empresas conhecem a necessidade de dialogar com as pessoas e estabelecer uma metodologia de inovação, mas em muitos casos não sabem por onde começar ou então não tem pessoal especializado para administrar o processo, impossibilitando qualquer implantação de projetos deste tipo.
Na era da comunicação bilateral, produzida pelo usuário, compartilhada e disponível gratuitamente em redes sociais online, a empresa que deseja se estabelecer neste cenário precisa repensar todos os seus processos de relação humana. Esta relação se dá antes mesmo das pessoas que consomem seus produtos ou serviços, mas com as pessoas que formam a própria empresa.
Você já imaginou o potencial da inteligência coletiva e capital intelectual que existe entre seus funcionários. O conhecimento que um vendedor tem sobre o comportamento de consumo das pessoas? As idéias inovadoras para processos e gestão que os funcionários da base da pirâmide hierárquica têm para apresentar? A gestão da informação compartilhada e coletiva é a nova ferramenta deste novo cenário. Integrar os funcionários e colaboradores no processo de desenvolvimento de produtos e ações, além de ser a melhor campanha de relacionamento e incentivo, é a nova forma de administrar das empresas 2.0.
A IdeiaLab gerencia todo o processo. Cria os canais, motiva a participação dos grupos, administra a incubação de idéias, gerencia o capital com foco no problema específico, desenvolve o planejamento do projeto de inovação e disponibiliza o precioso conteúdo para a os gestores da empresa. Tudo dentro dos padrões de confidencialidade e segurança da informação e cada projeto é formatado de acordo com a cultura organizacional da empresa e seu problema específico.
Os slides deste post (acima) fazem parte do material das nossas palestras, onde apresentamos nossa visão, conceitos e formatos de trabalho. Conheça melhor como podemos transformar sua empresa com a inteligência coletiva:
Email: incubadora@ideialab.com
Twitter: @ideialab
Coletivo no LinkedIn
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March 08, 10:02 AM
Palestras e Matérias
Maio/2010 – IdeiaLab na ResultsOn Week – São Paulo
Leandro Ogalha foi um dos palestrantes da ResultsOn Week 2010. Evento realizado pela Six Pix no Teatro Vivo (SP), que contou com os principais nomes da comunicação, gestão e inovação. Sendo um dos mais novos participantes do evento, dialogou com a platéia sobre as questões que envolvem a revolução social através das novas mídias e sobre o comportamento da geração Y. Com uma visão abrangente sobre a inteligência coletiva e sua importância na gestão das marcas, apresentou detalhadamente o formato de gestão da IdeiaLab e seus cases, lançando no evento seu novo projeto, o Coletivo de Inovadores.
View more presentations from Leandro Ogalha.O evento foi transmitido ao vivo pela internet, atingiu o Trend Topics Brazil (#onweek) no Twitter e teve um potencial de audiência de quase 3 milhões de pessoas (gráfico abaixo).Dez/09 – IdeiaLab na Jornada de Tecnologia do Banco do Brasil – Brasília
Painel sobre Geração Y, Novas Mídias e Inovação. Centro de Tecnologia do Banco do Brasil. Palestrantes: Adriana Salles Gomes (HSM Management), Walter Longo (Newcomm – Young & Rubicam) e Leandro Ogalha (IdeiaLab) – Mediação Marcelo (BB).
Agosto/09 - Leandro Ogalha na Revista HSM Management
A Revista HSM Management é uma das publicações mais respeitadas quando se trata de gestão e marketing em todo o mundo. Da empresa HSM Inspiring Ideas, que organiza o maior evento corporativo do Brasil (HSM Expo), a revista é uma publicação que inspira e orienta os CEO´s das principais empresas.
Leandro Ogalha é colaborador do blog HSM, onde aplica seu conhecimento e sua visão sobre inovação e comunicação para dialogar com os gestores das empresas.
Nesta edição, teve parte de um dos seus posts do blog selecionado para a a revista. Seu texto foi escolhido entre muitos e é apresentado junto com grandes nomes do mundo corporativo.
Confira na página abaixo a sua citação
29/07/09 – IdeiaLab no Fórum Empresarial de Guarulhos
Na noite de 29 de julho, aconteceu a 13ª edição do Fórum Empresarial de Guarulhos no Ceasar Park Hotel. O objetivo do empresariado foi debater as novas formas de comunicação entre empresa e seu público utilizando as novas mídias, como as redes sociais.
Com o tema “Sem Fronteiras: As inovações na Comunicação”, Rodrigo Barros, presidente do Grupo Segredo do Sucesso, convocou um time de especialistas para debater o assunto. Participaram: Leando Ogalha, fundador da incubadora de ideias IdeiaLab, Júlio Cesar Duram, diretor de Concepção e Interface de produtos do provedor Uol e Gil Giardelli, professor do curso de inovação Tecnológica da ESPM. Assista abaixo a entrevista realizada pela TV Gazeta no evento:
24/07/09 – IdeiaLab na Revista ResultsON
A IdeiaLab foi entrevistada pela Editora SixPix, para a plataforma de negócios inteligentes e inovadores, a Revista e Site ResultsOn, umas das publicações mais influentes da nova geração de empreendedores, que tem apoio do Sebrae.
Esta edição aborda as ferramentas digitais, e dentro deste tema, entramos na matéria sobre trabalho em equipe e crowdsourcing na internet.
Leia abaixo a matéria ou acesse o site da ResultsON para ler toda a edição. Junto, um vídeo da entrevista onde Leandro Ogalha apresenta a IdeiaLab e fala sobre o futuro do projeto.
Trabalho em equipe – Entrevista com Leandro Ogalha from resultson on Vimeo.
Maio/09 – Leandro Ogalha na Revista HSM Management
View more documents from Leandro Ogalha. -
March 07, 05:57 PM
APRESENTAÇÕES
....Apresentações das palestras da IdeiaLab sobre gestão, inovação e novas mídias.
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February 08, 10:52 AM
BRAINSTORM INTERVENÇÃO URBANA (FINALIZADO)
O Coletivo Intervenções é uma startup que surgiu de uma ideia incubada aqui na IdeiaLab. Em pouco tempo se tornou um dos principais coletivos sobre arte na internet brasileira. Com o objetivo de democratizar o acesso à arte e divulgar manifestações com pouco destaque na mídia, o Coletivo atualiza diariamente centenas de leitores interessados no que acontece no mundo das artes.
Os planos para 2010 é sair da esfera digital e ir para as ruas. E para se tornar um projeto verdadeiramente coletivo, abrimos o brainstorm aqui na IdeiaLab para formatar nossa primeira ação de intervenção nas ruas de forma colaborativa.
Brief: Ação de intervenção colaborativa que seja iniciada na internet e ganhe vida nas ruas da capital paulista. Nosso projeto não tem cunho político, e sim artístico. Queremos quebrar com o cotidiano das pessoas na região urbana com uma ação que agregue de forma positiva e construtiva. Não esperamos um layout de graffiti, mas ideias para executar uma ação.
Tipo de Incubadora: Brainstorm Coletivo Aberto
Critério de avaliação: Parcialmente aberta. Os integrantes do Coletivo vão selecionar a(s) melhor(es) ideia(s). Pode ser 1 ou a junção de várias.
Recompensa: Os nomes dos selecionados farão parte da ficha técnica da ação em toda sua divulgação e no vídeo oficial do projeto. Participação livre sem recompensa financeira.
Deadline: 31 de março de 2010
RESULTADO: Muitas ideias foram finalistas do nosso brainstorm, mas como temos que selecionar apenas uma, a melhor ideia é de Vinicius Montana – O Maior Grafite do Mundo. (02/03/2010 ÀS 18:07).
O Coletivo decidiu que as pessoas que incubaram suas ideias terão o direito de participar da fase do estrutura do projeto e ter seus nomes na lista de execução.
Nada mais justo para um projeto feito com base na Inteligência Coletiva e que teve a participação dessas pessoas que acreditam neste formato.
Faremos contato por email com todos ainda na próxima semana para novas informações.
Obrigado a todos e vamos para a execução!
Leandro Ogalha e Coletivo Intervenções
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February 08, 10:24 AM
BRAINSTORM MERCADO FONOGRÁFICO (FINALIZADO)
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CONFIRA A IDEIA VENCEDORA E AS IDEIAS DO SHORT LIST ABAIXO
Sabemos que o mercado fonográfico vive um novo momento. Com a proliferação de MP3 players, downloads e a mudança de hábito de consumir e compartilhar música, muitas bandas e gravadoras já desenvolvem novos formatos de lançamento e venda de álbuns musicais.
Já existem diversos novos caminhos, como bandas que lançam seu albúm por período determinado a preço aberto na web e depois faz o lançamento oficial nas lojas, download remunerado por faixa musical e até distribuição online gratuita para promover as turnês.
Diante de tantas possibilidades, um selo musical propõem o desafio para entender como você sugere este novo formato.
Este desafio tem o formato de brainstorm coletivo aberto, onde cada ideia pode ser a evolução e junção de outras ideias já incubadas.
obs: A participação passa por moderação de “bad words”. A recompensa não se refere ao novo Ipod Shuffle Apple VoiceOver2. Imagem ilustrativa. Cor do player será a disponível pela IdeiaLab. Garantias direto com a fabricante.
FORMATO: BRAINSTORM ABERTO
PERÍODO DO DESAFIO: até 31/08/09
DESAFIO: COLETIVO DE IDEIAS PARA UM NOVO FORMATO DE LANÇAMENTO E VENDA DE MÚSICA.
RECOMPENSA: 1 iPod Shuffle Apple 1GB
Apoio:
IDEIAS INCUBADAS:
37 Comments to “Brainstorm Mercado Fonográfico”
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Geraldo Franca disse:
Sugestão para lançamento de Album
Minha sugestão envolve o não lançar cd no formato fisico, apenas para baixar.O serviço que proponho seria no momento em que compra a musica ou usuário ganha direito a acessar conteúdos exlusivos da banda, como videos, fotos de shows, podcasts, entrevistas, sorteio de ingressos e prioridade na compra de ingressos. Os usuários teriam também um canal para mandar mensagem para a banda, como ocorre hoje com a redes sociais, porém o relacionamento seria mais exclusivo com quem compra as faixas.
As faixas seriam vendidas individual, porque ninguém mais quer comprar CD com quatorze musicas para ouvir apenas uma ou duas.
Outras informações:
Não seriam permitidos acessos simultâneos;
O usuário poderá baixar a musica que comprar/assinar ou ouvir via web (como no caso das rádios);
Esse conteúdo seria atualizado até o momento em que a banda lançar novo album, a partir dái não será mais atualizado, porém continuará disponível;
Quando o usário comprar albuns de outros artistas da mesma gravado, a senha poderá ser usada para acessar ambos os conteúdos, pois na página seria disponibilizado todas as músicas compradas por ele;
Twitter: -
Geraldo Franca disse:
SHORT LIST – TERCEIRO COLOCADO
FORMATO IDEAL PARA LANÇAR E COMERCIALIZAR UM ALBÚM MUSICAL
Segue alguns dados do projeto:
Não seriam permitidos acessos simultâneos;
O usuário poderá baixar a musica que comprar/assinar ou ouvir via web (como no caso das rádios);
Esse conteúdo seria atualizado até o momento em que a banda lançar novo álbum, a partir disso não será mais atualizado, porém continuará disponível;
Quando o usuário comprar álbuns de outros artistas da mesma gravadora, a senha poderá ser usada para acessar ambos os conteúdos, pois na página seria disponibilizado todas as músicas compradas por ele naquela gravadora;
Parcerias com marcas que envolvem o mundo daquele usuário, poderiam baratear o valor dos downloads. Ex. Com base nos gostos dos usuários, que seriam identificados pelo tipo de musica que consome, poderiam ser oferecidas campanhas e promoções segmentadas. Uma empresa aérea poderia fazer uma promoção que levasse um grupo de fãs para um show bacana dessa banda. Uma marca de refrigerante poderia ser do refrigerante exclusivo consumido nessa viajem, uma empresa de biscoitos patrocinaria a alimentação e por aí vai.
Dúvidas:
Mas porque o usuário pagaria por uma musica em troca de acessar conteúdo?
Porque o serviço deve ser vendido como uma musica legal, um relacionamento com a banda, acesso a coisas que só saíram na mídia e nas redes posteriormente ao disponibilizado para aquele usuário.
E as pessoas que passarem essas músicas vias P2P?
Até poderiam, mas quem copiar a musica, não terá o acesso ao conteúdo e ao relacionamento exclusivo com a banda.
Twitter: -
Eduardo disse:
Ninguém mais compra música, mas todos querem ouvir boa música e novos lançamentos.
Seria muito bom para o usuário se associar a um site onde pagando uma mensalidade ele poderá baixar músicas, ter acesso a vídeos inéditos e notícias sobre sua banda ou dj preferido.
Ele pode baixar para seu computador ou para seu celular.
Somente os assiciados terão acesso aos lançamentos.
Simples assim é a forma ideal de se lançar e comercializar um albúm musical.
Twitter: https://twitter.com/razapropaganda -
Cássio Oliveira disse:
O Grátis e a Mídia de Massa Alternativa
Música Grátis. Arquivos de MP3, DVD, ou qualquer outra mídia é clonável. Um show não. Libera ora essa! Via torrent, youtube, mySpace, orkut, e em tudo que é mídia social.Com isso incentiva-se uma “pirataria legal”.
Mas além da internet, que tal usar a mídia popular. Olhe para o ponto de ônibus, veja quanta gente parada, apenas esperando. Que desperdício. Quem gosta é o camelô com seu carrinho cheio de CD’s e DVD’s piratas. Por que não utilizá-lo para divulgação de um negócio legal?
Twitter: cassiooliveira -
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Thadeu Villa Real disse:
Pen Drive
Lançar álbuns em Pen Drive é uma boa solução. Seja pelo baixo custo, sons de carro e de casa já integrados com USB, pelo tamanho etc.
Twitter: http://twitter.com/thadeuvilla -
Eduardo Mattos Grandelle disse:
Acredito que atualmente a chave esteja na segmentação. Existem muitos públicos diferentes no mercado com perfis completamente diferentes um do outro. Vemos desde adolescentes/jovens que não querem pagar nada por uma faixa ou álbum a aqueles mais velhos e nostálgicos que sentem falta dos antigos LPs de vinil. No ano passado o mercado de vinil cresceu 87% em relação a 2007, ou seja, a oferta está mínima e a demanda está lá, esperando que alguém volte a vender discos de vinil. Por isso eu respondo a pergunta de vocês com várias respostas que se resumem em uma só. O formato correto são todos os possíveis que reduzam ao máximo os custos fixos e variáveis. Poderiam vender vinis e MP3 com diferentes bitRates, assim como arquivos sem compressão alguma, todos eles com preços de acordo com a diferenciação proposta.
Twitter: -
Alexandre Franzolim disse:
e-tangível
Formato semelhante ao .zip ou .rar, mas especial para o álbum, contendo:
- músicas (configuradas para o iTunes ou outro tocador, como nome da banda, gênero, nome do álbum, da música etc.)
- capa do CD (que pode ter um formato diferenciado, ja que sera apenas para o computador – como a mesma versão de maneira aplicável como papel de parede na área de trabalho)
- PDF com as letras das músicas (seria como o encarte, mas adaptado para um documento fechado)
- extras (videos, fotos etc.)O bom é que não gasta plástico e papel ou outros materiais para fazer um álbum palpável, e ainda oferece mais coisas que poderiam não caber em um CD ou em um encarte (como album de fotos, ou outro CD com video da banda).
O mundo virtual está crescendo e cada ves mais estamos migrando muitas coisas para ele, como musica, foto e video, ate mesmo para compartilhamento pessoal ou sincronização (computador – celular – tocador de MP3 etc)
Twitter: @afranzolim -
Míriam de Souza e Castro disse:
Downloads das faixas musicais pela internet. A venda seria de edições de luxo, apenas para quem é realmente fã (são só eles que compram CDs originais hoje em dia), com pôsteres, embalagens diferenciadas, fotos autografadas etc. O preço seria superior e a tiragem menor.
Twitter: http://www.twitter.com/hey_mika -
Leonardo disse:
Album = conceito
Não é bem uma ideia, é mais uma opinião da qual dá pra tirar algumas ideias.Uma ideia que tive e depois, quase simultaneamente foi lançada pelos White Stripes, é o de vender o mp3 em pen drives ou cartoes. Mas isso não dá certo por causa do custo e da quantidade de drives inúteis em uma gaveta teen.
Acho que a melhor forma de vender um álbum ou uma canção seja através de produtos relacionados ao artista.
Se a galera do Cachorro Grande usa boinas, façam acordos com um fabricante de boinas para disponibilizar uma senha de uso limitado para download do álbum na internet.
Se a Pitty usa guitarras Epiphone, é patrocinada pela Nokia, vive com tênis All Star, que seja feito dessa forma com esses produtos.
Você passa a vincular o conceito, o lifestyle do artista com a música sem precisar de um álbum. Vai estereotipar os fãs para vender musica a eles.
Também dá pra vender como crédito de celular é vendido. Compra algum produto com um código secreto, usa e baixa. No preço do produto está embutido o álbum/música e tem um certo valor agregado.
O que não funciona é vender celular com música dentro. Apaguei sem dó o álbum do The Killers que veio com meu aparelho.
Uma tática muito boa foi a do Radiohead: pague quanto você acha que nosso álbum vale. Mas no Brasil certamente ninguém iria valer nada.
Talvez se fosse ainda mais fácil comprar musica pela internet, sem cartões de crédito, a ideia iria pra frente.
Quem sabe vender cartões de créditos iguais aos de celular mas com créditos de internet para compras online nos sites credenciados?
O moleque vai à banca de jornal, compra crédito de internet de 10 reais, digita o código secreto no site e tem 10 reais para comprar mp3 (ou o que mais quiser) nos sites credenciados.
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Adriano disse:
Bem-me-quer, Mal-me-quer.
A pessoa compra o álbum inteiro por um valor simbólico e depois de uma semana, tem a opção de pagar apenas pelas músicas que gostou, podendo devolver o resto.
O álbum seria vendido por inteiro, na forma de pendrives (pelo qual o clente pagaria o valor de custo) ou em arquivos MP3 que tocariam apenas durante 1 semana e depois travariam.
Após uma semana, a pessoa escolhe quais músicas gostou e paga por elas “devolvendo” o resto que não for de seu agrado.
Twitter: -
Adriano disse:
Self-service musical
O grande diferencial deste serviço, seria a criação de lojas/quiosques/máquinas automáticas onde qualquer um pode degustar as músicas dos álbuns gratuitamente e, caso queira, comprar e baixar para o seu MP3 player na hora. Uma espécie de self-service de músicas. Ele apenas conecta o seu MP3 player, paga pela música (cartão ou para o atendente) e passa a sua música para o seu MP3 na hora.Twitter:
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Adriano disse:
Pacotes Pré-pagos de Músicas
O cliente paga um valor fixo mensal e pode baixar qualquer música presente em seu pacote. Os pacotes seriam agrupados por estilos/valores e ainda com a opção de customizar o seu pacote.Os estilos são a definição do tipo de música que a pessoa encontraria no pacote (Pop, Rock, MPB, Hits, etc). Uma banda sertaneja não está no pacote de Rock, por exemplo.
Aqui, entrariam também pacotes personalizados, por exemplo, o Pacote da Rádio XXX, onde teriam as músicas mais tocadas na dita rádio.
Os estilos seriam divididos também em taxas de preço: bronze, prata, ouro. Bronze estariam apenas as músicas mais famosas dos lançamentos de cada banda e o cliente poderia baixar X músicas por mês, prata teria toda as músicas dos lançamentos e o cliente pode baixar 2X músicas por mês e ouro teriam não só as músicas dos lançamentos atuais, mas também dos passados e o cliente pode baixar 4X músicas por mês.
Além disso, o cliente tem a opção de personalizar o seu pacote, com as X bandas que quiser, baixando até 3X músicas por mês.
Twitter:
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Fernando Antônio da Silva disse:
Assinatura
Minha ideia é ASSINATURA. É o seguinte: no site da gravadora os usuários interessados em artistas, bandas, etc., fariam assinaturas vinculadas ou não a suas bandas e artistas preferidos, com pagamento mensal de 10 reais ou outro pagamento menor, assim que o disco ou discos forem lançados, os assinantes fariam os pedidos, etc.
Twitter: -
leonardo de matos malacrida disse:
diferença
QUAL FORMATO IDEAL PARA LANÇAR E COMERCIALIZAR UM ALBÚM MUSICAL HOJE?
1 – o meio musical como todo meio hoje em dia, está saturado e fica difícil se destacar, mas uma coisa é certa: tem que ser pela internet e ser meio louco. o ideal seria fazer um viral (apesar de estar manjado). se a banda for pra público jovem criar um viral da banda tocando através de eletrodomésticos: batedeira, liquidificador, torradeira e outros pra se diferenciarem (nunca vi ninguém fazer assim, mas seria curioso ver não acha?)no final divulga o site que direcionará para os sites de vendas. se for pra um público acima dos 30 talvez seria correto fazer parcerias com as livrarias que também vendem o cd/dvd que distribuissem juntos com os livros um marcador de página divulgando o músico.
2 – criar um clipe pra soltar na internet no qual a banda ou o músico aparece tocando em filas do cinema, filas de sorveterias, filas de banco, onde se encontra um público seleto no qual os interessados no lançamento se identificariam.
3 – fazer o lançamento do álbum ao vivo pela internet (fazendo antes sua devida divulgação do site e horário) e um show acústico com chats ao vivo e claro com um link direcionando o público interessado em comprar uma cópia ao devido site de vendas.
Twitter: -
cristiano costa brandao disse:
a nuvem multimídia
A inspiração vem da idea -cloud computing .Teríamos a nuvemmultimídia – os aprticipantes interessados em estarligados à musica ( produtores , consumidores , empresas do setor , etc…) -disponibilizariam parte de suas criações gratuitamente em ambiente seguro e controlado pelo próprios participantes .
A empresa tradicional de música -gravadora – preocupari-se em disponibilizar as faixas de seus artistas na nuvem para download e estimularia aos registrados ( fans )a adquirir ” suvenirs ” – a customização do consumidor de música !por exemplo.
É possível levar o conceito para a criação de quiosques oficiais para participar da nuvem – com poucos toque e , aproveitando que o brasileiro é habituado em manuzear jukeboxes digitais ( vide o sucesso destas máquinas nos subúrbios de grandes cidades ) o , usuário registrado com identificação digital e senha pode baixar suas músicas para seu próprio cd que , obviamente será escaneado para verificação prévia de conteúdo hacker – somente cds virgens!
Músicos postariam suas músicas na nuvem e seriam hankeados pelos usuários -os mais votados em determidando tempo teriam direitos a contratos provisórios com gravadoras
produtores teriam direitos de modificar quaisquer músicas na nuvem e disponibilizá-las gratuitamente -e ofertar materiais – suvernirs – criados -seja físico ou digital para compra “casada”.
Unir – desenvolvedores , hospedagens , músicos , gravadoras , segurança e público interessado com fácilacesso em todo o brasil é possível hoje – agora .
Twitter: http://www.twitter.com/conscustomizado -
Toniolo Neto disse:
Revista Musical
O Lançamento de um álbum devia ser como uma pequena revista mesmo, mas não acompanhada de uma mídia gravada e sim, senhas que se auto-invalidam conforme é utilizada, eu sempre achei o encarte a melhor parte do álbum, todos querem ver fotos e a letra inteira com uma fonte razoável e legível, matérias pessoais da banda (algo informal, alguns momentos da vida pessoal etc)
Twitter: http://twitter.com/toniolo -
Toniolo Neto disse:
Pendrive musical
um pack contendo um pequeno livreto com as letras das musicas e um pendrive com as músicas do disco, assim o usuário poderá descarregar as músicas onde quizer e usar posteriormente o pendrive para gravar arquivos pessoais
Twitter: http://twitter.com/toniolo -
Toniolo Neto disse:
Music Card
como um cartão pré-pago personlizado(visualmente, contendo um número de cartão e senha. O cliente compra o cartão, entra no site, baixa as músicas(com a senha informada ) e ainda posteriormente ele poderá recarregar seu cartão e comprar musicas avulsas da banda. Tambem poderiam existir maquinas(mini estações) nas ruas e shoopings pra vc baixar direto no seu ipod ou derivados.
Twitter: http://twitter.com/toniolo -
Vinicius Rodolfo Pereira Ferreira disse:
Formato digital.
Downloads via internet em vários suportes; computadores, celulares e no futuro também por meio da TV digital com todas suas possibilidades.
Twitter: http://twitter.com/viniciusrpf -
Fernando Pestana Maneiras disse:
Em forma de site. Ao vivo 24 horas (com shows e vida dos artistas). Penso que não tem nada melhor. Ao invés de divulgar o album, divulgue o site.
Twitter: -
Emerson Saraiva disse:
Chip
Em um chip.Um chip com 64 ou 128mb deve sair QUASE DE GRAÇA nos fornecedores e em um destes cabe facilmente um CD com dez ou doze músicas. Pode se criar uma embalagem legal, parecida com as dos chips de celular, inclusive seguindo o padrão dos cartões (tipo cartão de crédito), de onde seja destacado o chip, possibilitando que o “card” seja uma prova da compra do álbum e, quem sabe, ofereça vantagens como descontos em shows do artista ou da gravadora, descontos nas compras de produtos de marcas patrocinadoras etc.
Um “chip-álbum” permitirá o envio pelo correio com baixíssimo custo (até dentro de uma carta simples ele cabe, como aquelas correspondências em que recebemos cartões de crédito) e pode estar “embalado” por um pequeno encarte, tamanho 1/2 A4, até simulando uma revistinha, com as letras, fotos, entrevista, discografia etc.
O chip poderá ter um formato exclusivo que não permita ser lido pelos slots normais de leitura de cartões de memória e como produto agregado, a gravadora poderá lançar players personalizados que, não tendo memória interna, também poderão sair bem baratos. Estes players poderão até vir de brinde com alguns álbuns especiais ou coleções e ter capinhas personalizadas, compradas separadamente ou que venham com alguns “chip-álbuns”.
No fim, obviamente, o chip, caso seja escolhido um formato compatível com outros sistemas, poderá servir para o consumidor armazenar outras informações além do álbum, deixando as músicas originais lá ou após, cansado delas, retirá-las ou apagá-las.
Twitter: -
Glória disse:
Música livre! E que ganhem todos os lados.
Penso que o caminho ideal para se lançar e comercializar albúns musicais hoje é o do download gratuíto, mas remunerado. O artista receberiam uma porcentagem do que é ganho com os downloads e o sistema seria alimentado por patrocínio. Por exemplo:
– Cria-se um site ideal para isso onde são disponibilizadas faixas dos albúns dos artistas. Cada faixa pode ser baixada separadamente para que o download não seja muito demorado.
Funcionaria como canais abertos de televisão, de graça porque sobrevive dos anúncios comerciais de empresas diversas.
A partir do momento em que o processo estiver bem divulgado, os anúncios vão aumentar até que se chegue ao ponto da grande rentabilidade para todos os lados envolvidos!
Twitter: http://twitter.com/gloriagaia -
Guilherme Masseroni disse:
Desafio Mercado Fonográfico – Brainstorm aberto
Para a maioria dos consumidores de música a compra é feita muito por impulso, há a compra de um CD em virtude de uma música que em um certo momento diz muito. Acredito que devemos juntar o momento certo com a música ideal. Sugiro que em parques, eventos, shoppings, academias, momento de descontração, paz, alegria das pessoas. Moças e rapazes (promotores) da gravadora irão circular nestes locais enviando convites para baixar determinda música por bluetooth marketing. O conteúdo será baixado para os celulares das pessoas com a possibilidade de somente aúdio, ou também vídeo, acervo da gravadora, etc.
Twitter: guimasseroni -
Edivaldo Carlos Moro disse:
Idéia nova
Uma forma diferente seria uma “cesta de músicas” com quantidades e valores específicos gravados em um pendrive (que hoje já é encontrado por preços muito baixos). O interessado faria sua seleção, e receberia o pendrive. Seria um estímulo a mais, pois teria adquiriria um produto junto, e nunca é demais, mesmo sendo de pouca capacidade, todos hoje em dia usam.
Twitter: twitter.com/blogdocaipira -
Fabiano de Lima disse:
Imagino os diversos pontos de venda que existem, e nesses locais teriam um equipamento onde estaria armazenado o álbum completo, porém, não precisaria ser vendido o álbum completo, seria estipulado um valor por cada música, assim as pessoas comprariam aquelas que mais interessasse, essas músicas poderiam ser transferidas diretamente para um celular, pendrive, cd, ou qualquer outro tipo de equipamento que comportasse tal arquivo. Além de comprar as músicas, estaria incluído fotos do cantor, de alguns shows, entre outras coisas.
Esse tipo de venda seria bom, pois nem todas as músicas de um cd são interessantes, geralmente comprasse um cd pagando um absurdo para ouvir 3 ou 4 músicas boas. E sem dizer que reduziria o valor do cd.Twitter: http://twitter.com/instrutorcorel
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Glória disse:
Arte do Álbum, letras e música via internet.
O melhor formato de vendas de músicas atualmente é mesmo o digital, através da internet.
O que proponho é a venda não só de um arquivo mp3 na rede, pois isso qualquer um encontra fácil e gratuitamente. O ideal seria a venda de todo um material relacionado à música baixada ou ao álbum, se a pessoa preferir a compra do CD inteiro.
Esse material seriam vídeos (além de clipes; depoimentos dos artistas; shows ao vivo…); fotos; talvez making off da gravação e a mp3, propriamente dita, que viria com arte do álbum, as letras. Isso poderia ser visualizado inclusive nos IPODs.
Também penso que deveriam ser mais comuns os downloads de música de graça para quem o faz e remunerado ao artista, por meio de anúncios publicitários.
Twitter: http://twitter.com/gloriagaia -
Victor Hugo Odo disse:
Pense fora da caixa, agregue valor.
Bom, com a popularização de mp3 players realmente o mercado musical ficou abalado, porém não há solução magica, tudo depende do público e também de quão famoso é o artista ou banda.A venda de musicas por download é uma opção considerável, por exemplo um amigo meu fundador do site Nosso Hit(www.nossohit.com.br), tem retornos absurdos com a venda de faixas e também com publicidade. Porém isso funciona por um fato simples, a maior parte de seus artistas ainda não passaram pelo “Boom” da carreira, sendo assim, seu trabalho não é encontrado facilmente em compartilhadores, sites para downloads etc. Então esta forma sem dúvida funciona, e muito bem, mas apenas para aqueles que estão iniciando a carreira musical.
Vimos uma exelente opção, mas, e quando estamos falando de um artista que já é reconhecido? Bom, vamos pegar por exemplo Michael Jackson, com Thriller ele bateu todos os records, certo? Muito bem não estamos mais naquela época, agora temos os MP3 para estragar tudo. Porém se pensarmos “fora da caixa” e analizarmos com cuidado, o que o mp3 disponibiliza? A musica, certo? Muito bem, então temos que agregar algo que não se encontra para download. Ou seja, algo meterial que mostre para o consumidor a importancia de comprar o produto original. Vou usar como exemplo o mercado de games, com a difusão da internet, também está muito ameaçado, então se eu posso comprar por exemplo o game “Resident Evil 5″ para Xbox 360 por R$ 15,00 em uma banca na 25 de março ou simplesmente baixá-lo da internet e gravar em um DVD, por que eu compraria o original? Simples, porque pelo download eu estou limitado ao software e não teria acesso ao resto, veja como um pacote especial pode despertar um consumidor e mostrar a beleza do original: http://www.misterbros.com/produtosdetalhes_prevenda.asp?ProdutoID=13235
O que concluimos?
1° Para artistas recentes que não sofreram o “Boom da carreira” vendas por downloads é uma exelente opção.
2° Para ástros também é simples, não venda apenas músicas, venda um estilo de ser, agregue valor e o mercado prosperará.
Twitter: _vhugo -
Luiz Rocha disse:
Pen Drive + Material gráfico diferenciado
Para esse case, acho que a integração já é fato, logo: o cliente final deveria poder comprar um lançamento na loja e ter acesso a um conteúdo ultra-exclusivo no site e, da mesma forma, pagar pela internet para ter esse acesso exclusivo também, com a opção de não querer o material físico no momento (e ter seu desconto) para ficar só navegando no “exclusivo” da banda. Porém, quando bem quisesse,ganharia um mega desconto para receber o material físico em sua casa, pelo correio, sem complicações.
Detalhe: Para funcionar, o material físico deve ser MUITO interessante. Algo como um box tamanho de vinil, com um Pen Drive com o áudio exclusivo em um berço plástico bacana. Deve incluir farto material gráfico em tamanho LP, formato paginado e grampeado, colorido. Deve vir com adesivos se possível.Algo como aqueles discos europeus onde o CD vinha em uma caixa grande do tamanho de LP, 2 ou 3 cm de altura, com material ilustrado farto, e o CD incluso. Sai o CD, entra o pen drive.
Hoje faz muita falta o material gráfico(para mim e muitos que comentam o mesmo). Não há aquele apego com o material das bandas como antigamente, acredito que justamente pela falta desse “contato visual” com a banda, devido a pobreza artístico que começou a surgir depois do “encolhimento” do material gráfico ilustrado.
Valeu, abs.
Twitter: -
Jean Carvalho disse:
Pendrive
Pendrive, sem dúvida. E fora do formato convencional, ou seja, em forma de bicho, brinquedo, gadget, pulseira, colar, marca da banda, etc.. =P
Twitter: http://twitter.com/catengo -
lincoln pereira xavier disse:
mpbox
uma caixa do tamanho de um dado de mão, q abre ao meio em duas partes, tocando imediatamente à abertura um som alto e poderoso.
Twitter: lincolnpx -
ISABELA CARNEIRO disse:
BACHAREL EM ADMINISTRAÇÃO COM HAB. EM COMERCIO EXTERIOR
PERCEBO O MERCADO MUSICAL DESDE O FINAL DA DÉCADA DE 90, PASSANDO PELA LOUCURA DO LOBÃO DE DIZER SAIR DA DITADURA DAS GRAVADORAS, VENDER CD EM BANCA E FECHANDO CONTRATO COM A UNIVERSAL +- 10 ANOS DEPOIS.OUVI MUITOS MÚSICOS DIZEREM Q A INTERNET E MP3 ERA SIM POSITIVO E MELHOR MEIO DE DIVULGAÇÃO DO QUE O Q MUITAS GRAVADORAS OFERECIAM. ´´MELHOR Q A NET SÓ SHOW´´.ESTAMOS REALMENTE NA ERA DA EVOLUÇÃO DO MERCADO MUSICAL. A TENDÊNCIA É MÚSICA DE GRAÇA NOS MAIS VARIADOS SITES COM TODOS OS DIREITOS AUTORAIS PAGOS POR PATROCINADORES DA PÁGINA.LÓGICO! RELATIVAMENTE BARATO,NÃO MAIS CARO DO QUE A MARCA EM HORARIO NOBRE DA TV, RÁDIO E AINDA SE RELACIONANDO COM SEU TARGET ALI: BAIXE SUA MUSICA E LEMBRE-SE DE MIM. CONSOLIDAÇÃO DA MARCA,ASSOCIAÇÃO A LIBERDADE DE ESCOLHA E FACILITADORA DE ACESSO. PENSO Q PODEMOS CHEGAR AO FIM DO JABÁ, SERÁ?
GOOGLE NÃO COMPROU OS DIREITOS AUTORAIS DA BIBLIOTECA NACIONAL FRANÇA PARA DIGITALIZA-LA, OUI! VOILA! POR QUE ISSO NÃO IRÁ ACONTECER COM A MÚSICA? O QUE VAI BANCAR ISSO SÃO OS PATROCINADORES E OS MILHARES DE ACESSOS AOS CONTEÚDOS.E AINDA OBVIO Q DE ACORDO COM CONTEÚDO PESQUISADO O PUBLICO VAI SENDO DESENHADO. CADA PERFIL UM PREÇO, UM PADRÃO.AS MINHAS IDEIAS , MINHA VISÃO NÃO PARAM POR AQUI, SEI MUITO SOBRE A VISÃO DO ARTISTA E SOU APAIXONADA POR MUSICA. POSSO VER VARIOS LADOS POSITIVOS DESSA RELAÇÃO E O MAIS DIFÍCIL E FAZER A INDUSTRIA FONOGRAFICA PERCEBER Q ATÉ DVD JÁ ESTÁ OBSOLETO, JA ENTRAMOS NA ERA DO BLU RAY. DEIXA O CONSUMIDOR FAZER DOWNLOADS GRATIS E OS TUBARÕES Q PAGUEM A CONTA,PRECISAM DA MÍDIA MESMO, TEM VERBA PRA ISSO.É A REAÇÃO DO MERCADO A PERVERSÃO DO CAPITALISMO. (UMA PITADA DE LACAN)
Twitter: -
Victor Fujii Yagyu disse:
Organismo-musical
Olá pessoal da IdeiaLabs, adorei a iniciativa do crowdsource.
Vou colaborar aqui também com uma idéia! Tentarei sintetizar, mas primeiro vou ter que fazer uma pequena apresentação do assunto.
Hoje, ao meu ver, existem perfis distintos para o consumo de musicas.
Uns viveram na época auge do cd e possuem o hábito de adquirir o produto físico. Outros desde cedo se habituaram ao compartilhamento de arquivos de musicas através da rede, e outros que oscilam entre esses dois perfis, ora ‘baixando’ arquivos, ora consumindo seja em cd (físico) ou pagando por musicas individuais do seu gosto pelo ‘itunes’ por exemplo.
Acredito muito no poder de redes sociais, afinal, todo ser humano busca, de uma forma ou de outra, estabelecer relações e as redes sócias oferecem um mecanismo próprio de interação com outros usuários. Porém esse serviço de rede social precisa ser gratuita. É necessário primeiro criar relevância e aos poucos ir adquirindo aceitação do público, até essa rede social tornar uma ferramenta enraizada, em que a usuário necessita desse serviço.
É de extrema importância construir primeiro o tráfego, e depois arquitetar uma forma para reverter esses acessos em receita.
O autor do livro Calda Longa, Chris Anderson, lançou outro tema bem polêmico. O livro se chama Free, e fala sobre os processos gratuitos no mercado atual, uma quebra de paradigmas, mas que propõem um novo olhar para os negócios.
No livro cita que a internet nos habituou a cultura do Free, dos acessos livres e gratuitos, por exemplo o Google, que desde sempre disponibiliza uma ferramenta de busca sem custo algum. Mas seu processo de monetização se dá através de outras formas, como: Adsense, Adwords e outros.
Segue mais ou menos o seguinte raciocínio, as empresas disponibilizam os celulares gratuitamente, mas passam a ganhar nos planos e nos pacotes de minutos para falar.Agora sobre a idéia de como resolver o problema eu imagino da seguinte forma.
1- A criação de uma rede social que os primeiros usuários sejam de bandas conceituadas, para criar e gerar demanda, pois trata-se de formadores de opinião e possuem seu público fiel.2- A rede social seria semelhante a um organismo. Pode ser inspirado na interface dohttp://musicovery.com/ .Porém cada usuário seria uma molécula, que aliado a outros usuários iria criar uma célula. E cada usuário molécula pode disponibilizar diariamente sua playlist favorita, por exemplo: das 10 musicas que está ouvindo no momento. Seria interessantíssimo saber o que seu cantor favorito está ouvindo no dia, e descobrir gostos ecléticos e surpreendentes. Sendo possível também descobrir amigos em comum, gostos musicais em comum.
3- A monetização ocorreria quando o usuário desejasse vender a sua playlist e outros materiais relacionados. Por exemplo: Para um usuário se tornar uma molécula que tem o direito de efetuar vendas, ele precisa pagar uma taxa para rede social por esse serviço exclusivo. Daí esse usuário-artista poderia vender materiais exclusivos, autografado, músicas inéditas, etc.
4- Um aspecto curioso no relacionamento em grupo é o desejo de conquistar ‘poder’ e ‘respeito’(isso ocorre em qualquer relação de grupo, inclusive nas redes sociais.) Por exemplo. No twitter existem usuários que buscam sempre possuir mais seguidores do que seguidos. No Orkut as comunidades representam pequenos selos que identificam a pessoa. Em jogos de RPG existe hierarquias (categorias) como Level, que define o grau de experiência. Por isso é preciso criar símbolos que representem insígnias para os usuários se diferenciarem. Quem receberia as insígnias seriam os usuários que já compraram produtos de artistas. Quanto o maior a participação, maior é o valor da insígnia.
Resumindo: A rede social além de integrar e fazer as pessoas se relacionarem, disponibilizaria um e-commerce para os artistas.
A monetização para rede social seria gerada através de porcentagens nas vendas dos usuários-artistas, e clara, nas mensalidades ou anuidades do serviço.Twitter: victoryagyu
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February 08, 10:19 AM
BRAINSTORM NAMING (FINALIZADO)
DESAFIO COM MELHOR IDEIA DEFINIDA. CONFIRA AQUI O VENCEDOR
O mercado de cosméticos e beleza é um dos maiores e mais inovadores do mundo. Movimenta muitos investimentos e emprega milhares de pessoas. No Brasil, este mercado também é muito forte. Temos aqui fontes naturais que inspiram o desenvolvimento de produtos feitos para o bem-estar das pessoas.
A empresa que propoem este desafio é uma nova organização, criada por profissionais com muitos anos de mercado e que retornam para lançar uma nova marca.
Seu principal produto serão os perfumes, para homens e mulheres. O formato de comercialização é através de catálogo – modalidade comercial muito difundida por aqui.
Referências: Natura, Avon, Jequiti, Fator 5.
Permitido até 10 nomes por idéia incubada.
Período do desafio: até 16/08/09
O DESAFIO: A empresa busca um nome de marca que represente a “essência” das pessoas. Revele através de seus produtos o que há de encantador, sedutor e atraente em cada um de nós. Os produtos buscam a elevação da auto-estima, da felicidade e da realização. Têm preferência por nomes curtos, de fácil grafia e leitura, que mantenha boa sonoridade. Não há restrições quanto ao idioma. O target primário são homens e mulheres, de 16 a 26 anos, classes B e C. A comercialização dos produtos será em todo o território nacional.
A RECOMPENSA: Hoje as pessoas estão conectadas a todo momento e não faltam novidades para facilitar suas vida e mantê-las plugadas. As vendas dos netbooks não param de crescer pois atendem esta necessidade. Aparelhos menores, com configuração adequada para navegar no dia-a-dia na web. Esta é a recompensa deste desafio: 1 Netbook Mobo M950 512MB 60GB Webcam 1.3MP 8.9″ – Positivo
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February 08, 10:14 AM
BRAINSTORM PTO DE CONTATO (FINALIZADO)
DEFINIDO GANHADOR DO DESAFIO – CONFIRA AQUI
CONFIRA A IDEIA VENCEDORA ABAIXO – DE MELISSA TEÓFILO
Coworking é um novo padrão de trabalho. É trabalhar junto, colaborar e conviver. Surgiu quando profissionais autônomos e home officers cansaram de trabalhar isolados dentro de casa, nos cafés ou em hotéis. A solução foi juntar-se em escritórios coletivos para trocar ideias, conhecimentos, experiências e pedir opiniões.
Diante deste cenário, nasceu o Pto de Contato, um escritório de coworking em São Paulo, no bairro de Pinheiros. Com ambiente clean e criativo, conta com lounge, sala de reunião e toda a estrutura para trabalhar com pessoas legais.Um local inovador onde profissionais liberais locam os espaços para desenvolver seus jobs.
PERÍODO DO DESAFIO: até 31/08/09
DESAFIO: COMO INSPIRAR IDEIAS INOVADORAS EM AMBIENTES DE TRABALHO COLETIVOS?
FORMATO: BRAINSTORM ABERTO
RECOMPENSA: 1 SEMANA DE UTILIZAÇÃO NA PTODECONTATO
(1 local, com internet banda larga, sala de reunião, cercado de gente que pensa como você )
Conheça mais sobre o Pto de Contato:
IDEIAS INCUBADAS:
13 Comments to “Brainstorm Pto de Contato”
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Guilherme Bellia Monteiro disse:
Introdução:
Aproveitar o crescimento e a relevância do Twitter como uma ferramenta de comunicação a fim de possibilitar o intercâmbio de idéias dentro de empresas coletivas.
Metodologia:
Um computador ligado a um projetor simples e um telão (discreto) transmitem os “posts” dos funcionários no twitter da empresa. Ou seja, quem olhar para o telão (ou acessar o twitter da empresa) verá o que seu companheiro de trabalho acabou de “twittar”. Desta forma, outro funcionário pode responder, acrescentando outros pontos e assim por diante, recombinando a idéia original e formatando-a para que fique mais completa, no melhor estilo “inteligência coletiva”.
Como ?
O projetor transmite em tempo real todos as mensagens direcionadas a empresa. O twitter pode ser público ou privado, dependendo da confidencialidade do que está sendo exposto.
Assim, um funcionário “Y” da empresa “X” pode escrever para todos seus companheiros de trabalho uma idéia que acabara de ter. A idéia, publicada no twiter desta empresa, fica disponível para que outros funcionários a aperfeiçoem, respondendo a mensagem inicial do canal da empresa.
Caso os dados sejam absolutamente confidenciais, esta empresa pode trabalhar apenas com “direct messages” e a página exposta no telão seria a página de “direct messages” da empresa no Twitter, evitando assim que os “posts” dos funcionários sejam vistos por outras pessoas que seguem este funcionário.
Twitter: gui_bellia -
Luiza Matielo disse:
desligar
construir um espaço “zen”, com elementos da natureza,texturas variadas, música barroca, luz e temperatura agradáveis, insetos inofensivos, balanços silenciosos.
Twitter: -
leonardo de matos malacrida disse:
ambiente paralelo
COMO INSPIRAR IDEIAS INOVADORAS EM AMBIENTES DE TRABALHO COLETIVOS?
1 – criar um ambiente separado das baias, uma sala onde se pode ler e discutir assuntos diversos. cada dia pode se criar um assunto. analisando primeiro as áreas que cada ocupante atua e gerar assuntos no qual todos possam tirar algum proveito. ou criar uma rede intranet como um msn somente para os ocupantes desse ambiente trocarem informações.
2 – combinar com os usuários 1 ou 2 horas por semana para que possam no mesmo local trocarem ideias e pedir ajuda nos seus problemas específicos, que as vezes quem está de fora consegue enxergar uma solução.Twitter:
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cristiano costa brandao disse:
o ambiente provisório
O ambiente provisório precisa ser desenvolvido para que todos os tipos de pessoas – incluindo os não-incluídos : todos os que geralmente não necessitam de ” pensar ” pensem customizadamente.Um supermercado pode ser um ambiente de execução de idéias de seu coletivo , quando seus funcionários oferecem os produtos de acordo com as preferências de seus clientes – de acordo com suas opções de compra e suas marcas – a identificação do cliente via um cadastro de nuvem -é imediata pois, ao entrar o cliente tem atendimento pessoal e identificação com biometria e senha .
Teríamos mercados menores – para 50 clientes dia com o mesmo número de funcionarios e em mais lugares , para atender ao diversos clientes da àrea.
Twitter: http://www.twitter.com/conscustomizado -
Fernando Pestana Maneiras disse:
Propor ao grupo que anote suas dificuldades e problemas (tudo o que puderem imaginar) durante um período de tempo e depois selecionar os melhores desafios e pedir ao grupo que pense algo poderia ser desenvolvido para evoluir este aspecto.
Twitter: -
Fabião disse:
Até quando a overdose de “inputs” não provoca estresse, eis o limiar do processo de criacão, logo,os ambientes compartilhados tem que deixar fluir gostos, vontades, esquisitices eexcentricidades. Boas referências bibliográficas, desterritorializar os espacos que terão que ser comuns de fato, formato minha mesa, meu isso, meu aquilo é antiquado, vai além de urinar no mesmo vaso sanitário, respeitar o colega de trampo é execelente exercício de desapego e interatividade, fazer café, churras, biritas juntos tb colabora com as cumplicidade necessária no processo de inovacão . . . é praticamente um swing cerebral, se a empresa for mineira, é bom fazer um “Toró de parpite”(brain storm), tem que ser passional não dá pra desempanhar papéis, muita verdade e transparência . . . por aí vai, viva o copyleft! Ajudou?
Twitter: -
Reginaldo Júnior disse:
Muito interessante. Realmente algumas pessoas encontram certa dificuldade em produzir algo em um ambiente isolado. Trabalhar ao lado de pessoas com o foco em produzir é um incentivo muito importante e a diversidade de profissionais pode nos trazer muitos benefícios.
Twitter: http://www.twitter.com/reginaldojr -
Nildson Ferreira disse:
Colaboração
Acredito fielmente que já estejam familiarizados com softwares que favorecem a colaboração simultanea. No meu trablaho utilizo isso constantemente, pois, meu colegas estão em outros paises, outras linguas e fuso-horarios.Eu aconselho softwares livres de brainshare e neste site podem encontrar alguns bem bacana que rodam online e são free. Outros são pagos mas um valor aceitável.
Estas ferramentas possibilita iniciar um brainstorm com alguns convidados que podem então compartilhar da mesma tela e visualizar suas idéias, assim será possivel realmente opinar diante delas, adicionar icones e textos, links, documentos e ainda ao final tem como exportar para outras formatos como CSV(aberto no Excel) e até mesmo como imagem de toda a estrutura que foi gerada.
Esta ferramenta, funciona e tem algumas dleas que permitem integração com o Gtalk e yahoo message.
Vale a pena conferir e realmente funciona em ambientes colaborativos.
Abraços,
Nildson Ferreira
Twitter: Nil_ou_Nada -
ANTONIO MARCOS SOARES disse:
automotivação
automotivação para o sucessso.http://www.8p.com.br/elshadday Por gentileza,visitem meu perfil completo e minhas fotos.
Twitter: http://www.twitter.com/elshadday -
Airton Rocha disse:
“Condomínio Celular”
Se entendi o ângulo do case, o objetivo do grupo é se expandir, em se expandindo, melhorar sua própria estrutura e a partir daí, o bem-estar de todos. Seria como um “condomínio celular” – não sei se existe o termo.
O núcleo dos “clientes” é da área da comunicação ou qualquer outra área mais “zen” que se permita trabalhar nesse formato e se privar de algumas coisas e em contrapartida ganhar com outras, principalmente com a socialização.Para mim (até me incluo no grupo) acredito que o principal é ter um suporte nas áreas em que em geral é mais falha. Seria como um “zelador” deste condomínio. Ou uma administradora, depende do cash. Aí criariam-se quantas posições o caixa pudesse permitir, de acordo com o grupo.
No meu caso, gostaria de poder contar com contador fácil; com alguém que facilitasse o acesso a serviços como seguros, despachantes, etc; com alguém que fizesse o “office/moto-boy”; com uma tia na copa; microondas, geladeira, etc; entra tantas outras coisas que dependeriam do objetivo principal do próprio grupo. Pode ser uma pessoa efetiva (contratada) que faça tudo isso, ou teceiriza-se tudo isso e efetiva alguém para que controle tudo, depende muito das condições.
Há que se lembrar que a reunião de muitas pessoas sempre é complicado, eu investiria em “posições agregadoras”, pessoas que equilibrassem o ambiente para o dia-a-dia, de preferência apostando no mix de equipe com bem jovens x bem maduros.
OBS> Precisa ter também um workshop frequente aonde o skill de todos os que queiram prestar serviços internarmente seja veiculado, gerando assim uma “clientela interna”. Acho que dá pra aprender bastante assim.
HÁ! –> há um porém – deve-se evitar ao máximo a bagunça no ambiente coletivo (não precisa ser biblioteca), invistam, portanto em bastante salas de reunião, acusticamente isoladas, fechadas com meio-vidro já dá pra ficar isolado de fora e de fora vê-se o q róla dentro (só pra evitar, hehe). E evitar ao máximo as loooongas conversas ao pé de mesa que tanto atrapalham em escritório. Get a room….
Abs e sucesso!
Twitter: -
ISABELA CARNEIRO disse:
BACHAREL EM ADMINISTRAÇÃO COM HAB. EM COMERCIO EXTERIOR
NO MOMENTO EM Q O MUNDO SE VE DE MÃOS ATADAS, REFENS DA TECNOLOGIA, UM DIA SEM CELULAR, PANE NA REDE,INTERNET QUE NÃO PEGA,PODE CAUSAR SENSANÇÃO DE IMPOTENCIA, SIM!CLARO TEM DIAS QUE QUEREMOS NOS DESLIGAR,OK! QUE TAL SAIR DA ROTINA? EXPERIMENTAR: CORES NOVAS, TEXTURAS, SABORES, AROMAS… VER DA JANELA ALGUEM E PARAR PRA PENSAR O Q SE SENTE? A CRIATIVIDADE TALVEZ NEM SEJA ALGO TÃO RARO, É O UNHEIMLICH DE FREUD, UM ESTRANHO CONHECIDO Q SEMPRE ESTEVE ALI E NUNCA FOI NOTADO E DE REPENTE POR EXPERIMENTAÇÕES, SIMPLICIDADE DE UMA CAMINHADA NO PARQUE, UM APERTO DE MÃO, O NÃO FALAR- PELO MENOS DO Q SE COSTUMA FALAR COM AQUELAS PESSOAS-SEJA PROVOCADA E ENTÃO APAREÇA. SÃO INFINITAS AS POSSIBILIDADES. A TECNOLOGIA É INOVAÇÃO,MAS MAIS DO TECNOLOGIA PRECISAMOS DA CAUSA DESEJO PRA PENSAR E PROVOCAR INSIGHTS E TALVEZ UMA OVERDOSE TECNOLOGICA NÃO NOS DEIXE PERCEBER AQUILO QUE DE ALGUMA FORMA JÁ SABEMOS. ESTAR, SER HIGH-TECH EM CERTOS MOMENTOS ATRAPALHA A SIMBIOSE METAL EM GRUPOS DE GRANDE POTENCIAL. TIRE TUDO O Q É DE COSTUME EM ALGUNS MOMENTOS, SURPRESA! PRORPOCIONE MOMENTOS LUDICOS PARA PENSAR Q NÃO SE PENSA . É DAI, Q VEM A INOVAÇÃO,MOSTRE Q AS PESSOAS ESTÃO CONECTADAS POR UMA ESSENCIA, Q DEVE SER RESPEITADA E MANTIDA: O INSTINTO: VORAZ , SAGAZ COM SEDE DE SOBREVIVER!
Twitter: -
Melissa Teófilo disse:
VENCEDORA DO DESAFIO PTO DE CONTATO
Troca, troca e troca…
COMO INSPIRAR IDEIAS INOVADORAS EM AMBIENTES DE TRABALHO COLETIVOS?Troca com um, depois com outro.
Nada de lugares fixos, nem área delimitadas: Notebook para todos. Cada um senta ao lado de uma nova pessoa, todos os dias. É nesse momento que se descobre interesses e habilidades que futuramente serão úteis. A chance de se transformar uma equipe, em time cresce muito.
Almoço em outro língua: Inglês, Espanhol, Madarim (sei lá), almoço é hora de se trasportar. Pensar em uma coisa diferente da que pensa as outras 8 horas do dia.
Cor, cor, cor! O escritório precisa de cor e luz. E ambientes mais calmos, e ambiente mais agitados. Cada um tem uma forma de pensar e acorda em um estado de espirito diferente ao outro.
Twitter: @Mel_Teofilo
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September 02, 07:52 PM
Hell Pizza | Youtube Interativo
Inferno, massa e muito queijo combinam perfeitamente no conceito do negócio criado pela rede de pizzaria, inicialmente da Nova Zelândia, chamada Hell Pizza. A começar pelo site, que me lembra mais os clubs de rock londrinos, você já capta todo o espírito criado por Callum Davies, que abriu sua primeira unidade em 1996, com “pequena cozinha [...] -
August 31, 03:38 PM
Cinema para corações fortes
*Foto da 4ª edição do Cinefantasy Os amantes de filmes de horror, fantasia e ficção-científica poderão se deliciar com o 5º Cinefantasy – Festival Internacional de Cinema Fantástico, que ocorre de 31 de agosto a 12 de setembro na capital paulista. As sessões ocorrerão no Centro Cultural São Paulo, no Cine Olido e na Biblioteca Viriato Corrêa. [...] -
August 31, 02:37 PM
Nomes da Arte: Suelen Dias
Sue Dias tem 27 anos, é ilustradora residente em São Paulo, ilustra desde que “se entende por gente” mas começou a dar a importância para a arte quando estudou Design de Moda em 2000, aí ela percebeu que, o que podia fazer com mais treino e dedicação poderia ter um valor artístico que poucos conhecem. [...] -
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Coletivo Marte organiza festa itinerante (São Caetano)
* Agenda atualizada – Este final de semana o ABC Paulista está dominando a cena artística. Com a intenção de juntar num único lugar arte, música e moda, o Coletivo Marte organiza a festa itinerante MARTE Ataca! O evento acontece este sábado (28 de agosto), a partir das 22h no Cidadão do Mundo, em São Caetano [...] -
August 27, 10:40 AM
“Intervenção Máxima” em fábrica abandonada (Sto André)
No próximo domingo (29) a cidade de Santo André, no ABCD paulista, vai ganhar um pouco mais de cor em uma das suas áreas mais degradadas. Aproximadamente 200 artistas irão realizar a já proclamada “Intervenção Máxima”, um evento que tem como propósito alertar a população para a questão do abandono da cidade. O lugar escolhido [...] -
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Manifesto Update or Die / SWU
O Coletivo Intervenções não atua apenas com posts neste site. Para quem não sabe, nós contribuímos com outros coletivos, com destaque para o Update or Die. E você que é nosso leitor agora vai ter acesso às ações e promoções do UoD diretamente por aqui! E para começar com força total, convidamos você a concorrer a 3 ingressos na [...] -
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Red Bull Sounderground – I Festival Internacional de Músicos de Metrô
Ao circular por alguns metrôs do mundo, é possível observar músicos que usam este espaço para chegar aos ouvidos do público. Estes artistas são conhecidos como buskers, afinal, buscam viver única e exclusivamente da sua arte, de forma livre e criativa. De 08 a 12 de novembro de 2010, eles tem um encontro marcado no Red [...] -
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Banda She Wants Revenge em SP
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August 20, 06:48 PM
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July 27, 05:13 PM
Flowlab – Snowboard no asfalto
O design que mais me chama atenção é aquele que repensa o já existente, e o studio do designer Mike Simonian tem um certo talento para isso. Em parceria com Pieter Schouten, Mike desenhou o Flowlab Skateboard, um skate com 14 rodas que alcança inclinação de até 45 graus, oferecendo a fluidez e a sensação real de andar de snowboard ou surfar em pleno asfalto. Para os early adopters também dos esportes radicais, custa em média U$ 80,00 no site da Sport Technology. Via
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July 15, 09:02 PM
Vimeo Festival Awards
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Você fez vídeos bacanas nos últimos 2 anos? Sim? O Vimeo lançou um festival online de cinema digital para premiar projetos como o seu (brasileiros podem participar!). Além de ser uma iniciativa bacana, o prêmio é de até 25 mil doletas.
As categorias da premiação são: vídeos musicais, animação, documentários, experimental, narrativa e remix. Para participar, é preciso ter uma conta no site, fazer upload do seu vídeo e inscrevê-lo. O evento de premiação acontecerá dias 8 e 9 de outubro, em NY.
Algumas pessoas foram convidadas para criar os vídeos de divulgação do evento. O deste post é um deles, feito por Matt Balzan.
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July 06, 10:27 AM
Cultura Pop na cabeça e nos pés
Para quem gosta de sneakers, arte e cultura pop com certeza vai se interessar pelo trabalho de Daniel Reese. O que era uma diversão se tornou a principal atividade deste jovem britânico de 22 anos, que abriu em 2009 o estúdio de personalização de tênis chamado Brass Monki. Com um trabalho totalmente manual, a base é este modelo da Nike, customizado conforme a imaginação da sua clientela. Conheça os outros modelos já criados.
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June 17, 05:04 PM
Gatorade – Mission Control Center
Click here to view the embedded video.
A Gatorade montou junto a parceiros de tecnologia uma sala de monitoramento da marca nas mídias sociais. Chamada de Mission Control Center, o pessoal do marketing tem acesso direto as telas que apresentam dados que orientam as ações e o diálogo da marca. O vídeo mostra detalhes do projeto.
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June 09, 07:35 PM
Touca para barba, cabelo e bigode
O frio está aí e é preciso se proteger. Pensando nisso, alguém criou uma touca com novo adereço inusitado: barba e bigode de lã. Existem várias cores e estilos, como cavanhaque grisalho, bigode de pontas e por aí vai. Por enquanto vou usando minha barba rala verdadeira, mas para quem de repente se interessou, está no Etsy.
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May 20, 02:10 PM
Social Media Revolution 2
Click here to view the embedded video.
Recentemente foi lançado o vídeo Social Media Revolution 2, de Erik Qualman, criador do conceito Socialnomics, onde defende que a nova forma de comunicação e relacionamento humano através de redes sociais é muito mais do que uma tendência de comportamento.
A nova versão do vídeo traz estatísticas atualizadas (não sabemos exatamente as fontes), tornado-se referência de informação para aquela sua apresentação que precisa convencer o cliente sobre novos caminhos além do anúncio no jornal que ele insiste em fazer.
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May 13, 01:48 PM
Design, Arquitetura e Arte.
O designer Daniel Rybakken cria ambientes e objetos com efeitos subconscientes de luz, criando a ilusão da luz do dia. Abaixo um exemplo de sua intervenção com LED´s, sendo uma instalação na entrada da escadaria de um prédio de escritórios, que não possuem luz natural, criando a sensação positiva da luz solar.
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May 07, 03:11 PM
A loja laboratório
O formato de experimentação da Sample Lab é um conceito criado para oferecer ao consumidor a oportunidade de ter contato com produtos e opinar antes que eles cheguem às prateleiras, tudo de forma gratuita. Atuante no Japão, Espanha e Estados Unidos, agora São Paulo recebe uma das lojas. Para participar é preciso fazer um cadastro online e pagar uma taxa anual.
Para os consumidores, uma nova experiência de relação com as marcas para desenvolver os produtos de forma colaborativa. Para as empresas, uma forma mais simples de obter informações direto da fonte antes mesmo de lançar seus produtos. Para o mercado, uma nova cultura para a promoção do processo de inovação. Veja como funciona:
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April 29, 05:40 PM
Design Social
A AACD criou uma campanha que utiliza o design para promover uma causa social através do movimento chamado Unique Types, propondo que pessoas criem fontes inspiradas nas crianças com necessidades especiais. Criadas sob licença Creative Commons, as fontes podem ser usadas livre e gratuitamente. Ou seja, anunciantes, agências e artistas podem utilizar qualquer uma das fontes desenvolvidas de forma colaborativa e promover a marca da AACD em mídias que jamais ela estaria.
O projeto inicial lançado para designers mostra os diversos processos de criação e fontes disponíveis, como o exemplo abaixo:
A ação se completa com um site/vídeo feito pelas crianças, totalmente direcionado, que ela criou para algumas agências aderirem à ação e utilizarem as fontes em suas campanhas. Esta é para o diretor de criação Marcelo Serpa:
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April 23, 06:46 PM
Torne-se “O” Homem de Ferro
Click here to view the embedded video.
O site inglês do filme Homem de Ferro 2 foi desenvolvido com aplicativo de realidade aumentada para que você se torne o próprio. O mais interessante é poder interagir com algumas opções das máscaras de ambos os personagens, gravar um vídeo e postar em seu Facebook, Twitter ou até mesmo incorporá-lo em blogs ou sites. A pessoa poder compartilhar sua experiência de ser o protagonista do filme é a grande sacada! Indico.
Posts
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August 27, 01:07 PM
Silvio Meira no Fórum HSM de Estratégia – 2ª parte: os níveis estratégicos de uma empresa na rede
Pensaram bem na matriz do post anterior? Então, agora vocês estão prontos para o que lerão a seguir (risos).
Silvio Meira propôs uma escala de 10 níveis de estratégia empresarial (de zero a nove) para redes sociais. Constituem simplesmente o melhor framework que eu vi até agora (e vi muitos) para gestores pensarem no assunto. Este é um post para copiar, colar, imprimir, emoldurar e pendurar na sala de reuniões. Assim, de tempos em tempos, os gestores seniores da empresa olham para ele e vão checando como caminha sua estratégia na área (e como vai se alterando seu ceticismo e desconfiança em relação ao tema).
- Nível 0: A empresa não tem nenhuma estratégia ou presença de seu negócio em qualquer rede social.
- Nível 1: A empresa não tem nenhuma estratégia, mas seus clientes e usuários falam dela nas redes sociais.
- Nível 2: A empresa ainda não tem nenhuma estratégia, mas clientes, usuários e –agora- seus colaboradores estão engajados em conversas nas redes sociais.
- Nível 3: A empresa tem uma presença formal em uma ou mais redes sociais (perfil no Facebook, Orkut, Twitter, YouTube etc.), mas ainda sem estratégia.
- Nível 4: A empresa está em uma ou mais redes sociais e tem estratégias para associar tal presença ao que acontece no seu site. Esse é, talvez, um dos estágios mais adiantados que encontramos hoje. como o da agência publicitária norte-americana Chrispin Porter + Bogusky, que inclui o Twitter em seu site, entre outras coisas. Mas ela (tida como “maluca”, como mostra a BusinessWeek que ilustra o post) ainda se limita ao silo do marketing, percebam.
- Nível 5: A empresa tem um conjunto de processos de gestão de conhecimento corporativo que passam pelo uso competente de uma ou mais redes sociais internas à organização; o objetivo é que tais redes representem a quantidade e qualidade das interações e conversações em todos os níveis da instituição.
- Nível 6: A empresa tem e usa redes sociais internas e começa a conectar suas comunidades internas à sua presença na web [o velho “site”] e às redes sociais externas à organização.
- Nível 7: Em vez de simplesmente conectar as redes sociais internas e externas [e seus sites], a corporação passa a INTEGRAR, paulatinamente, a rede social interna às redes externas e ao site.
- Nível 8: Há uma estratégia de viralização das conversações corporativas. O conhecimento organizacional, neste nível, transcende a empresa e começa a estar em todo o lugar onde há gente que conversa sobre a empresa, seus produtos e serviços.
- Nível 9: A empresa é uma rede social de fato; toda a conversa [corporativa] é viral e os processos de negócios, internos e externos, são realizados em comunidades das mais diversas redes sociais, inclusive e principalmente a dela própria.
Escrevi “na rede”, no título, de propósito. Assim como escrevi “estratégia na área” de propósito. NA REDE é apenas como começa a estratégia de uma empresa em relação a redes sociais online. Mas ela deve terminar EM REDE. E envolve a empresa inteira, não somente uma “área”. Não sabemos se alguma organização atingirá o nível 9 algum dia de fato, com captura de valor e tudo. Talvez seja utópico; é uma incógnita. Mas que o nível 9 está em consonância com todos os prognósticos sobre a era pós-industrial, isso está. E só por isso já merece MUITA ATENÇÃO.
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August 26, 04:46 PM
Fórum HSM de Estratégia – O Que Eles Disseram
Pessoal,
na última página da revista HSM Management, sempre vem a seção “O que eles dizem sobre “. Trata-se de um conjunto de frases sobre determinado assunto e que servem como insights para o nosso cotidiano. Acho a idéia excelente e sempre a utilizo para reunir aqui no blog algumas frases apresentadas pelos palestrantes nos eventos da HSM de que participo.
Seguem abaixo, algumas frases que capturei no Fórum HSM de Estratégia realizado nos dias 24 e 25 de Agosto :
Silvio Meira:
- Empresas são abstracões, o que vale, de verdade, são as pessoas dentro delas. O que quer dizer que empresas são redes sociais;
- Principio de Tom Peters: 98% de qualquer negócio é gente;
- 98% das pessoas, que compõem o princípio de Tom Peters, estão fora da empresa;
- Faz design aquele que deseja ir de um ponto ao outro redesenhando e reconstruindo o fluxo de informacões;
- Pirâmide das necessidade de Mazlow 2.0: singularidade, mobilidade, comunidade, simplicidade, localidade, usabilidade e programabilidade;
- Com as redes sociais, deixou de fazer sentido pesquisas do tipo focus group, o que vale sao as conexões entre as pessoas;
- Ao invés das maquinas se conectarem, as pessoas é que passaram a se conectar. Nós somos as conexões;
- A WEB 3.0 é a WEB onde todos podemos inovar;
- Dentro da revolucão atual de contexto, nós somos a WEB;
- Eu tenho que entender o que está ao meu redor para entender o que eu significo;
- O contexto em que vivemos é o universo da rede de fluxo de informacões geradas pelas redes sociais;
- Nós evoluimos dentro de um universo de contexto;
- A revolucão industrial ainda continua contaminando a revolucão atual e a forma como as empresas enxergam o mundo;
Renée Mauborgne:
- As empresas tem que alinhar valor. lucro e pessoas, com diferenciação e baixo custo;
- A maior concorrêcia para o sucesso, é cada vez mais a maior dificuldade entre você e a sua imaginação;
- Voce precisa de forte apoio da alta lideranca da empresa para promover a mudança. Sem esse apoio, é impossível;
- A maior concorrência não é entre você e seu colega, mas sim entre você e sua criatividade. Crie sua estratégia de oceano azul para sua carreira;
- Como é que você gasta seu tempo com o seu cargo e salário: com produtividade ou criatividade?;
- Obstáculos para criar o oceano azul: pensar que não pode mudar sua estrutura de mercado; Pensar que não precisam mudar; arrogância; miopia estratégica e uso excessivo de ferramentas, frameworks e processos;
- Grandes talentos procuram as grandes empresas, aquelas que estão criando o futuro;
- O Oceano Azul não está no que sua empresa ou a concorrencia fazem, mas no desejo não revelado dos consumidores;
- Voce pode criar estratégia oceano azul para produto, serviço e entrega. Wii é exemplo de produto e o Itunes é exemplo de serviço e entrega;
- A estratégia do oceano azul trata-se de tornar a concorrência irrelevante;
- Quem gasta mais tempo pensando em produtividade está navegando o oceano vermelho, enquanto quem pensa criatividade navega oceano azul;
- Papel da gestão envolve gestão da produtividade(custos, qualidade, logística, …) e gestão da criatividade(inovação, marcas, estratégia, …). O Problema é que 90% do tempo dos executivos é gasto com gestão da produtividade, apenas 10% é gasto com gestão da criatividade;
Martin Lindstron:
- Voce identifica um produto da Apple não pela logomarca, mas sim pelas características ligadas ao Design;
- Viva com seu consumidor, observe-o e você verá que há um ritual ao consumir seu produto;
- 60% das decisões de compras são tomadas em 4 segundos;
- 83% das informacões que as pessoas recebem são por meio visual;
- Preços irão variar conforme perfil de cada consumidor e contexto em que ele estará inserido levando em consideracão a conveniência;
- Jovens estão absorvendo 31 horas de conteúdo em cada 24 horas! A quantidade sobe, o engajamento desce!!
- Velocidade para se posicionar uma marca, não só reflete influência da tecnologia, mas também necessidade do consumidor por satisfacão instantânea;
- Nós estamos viciados em tecnologia e com isso estamos viciados em velocidade. É a geracão dos impacientes;
- Apenas 15% de nossas decisões cotidianas são racionais;
Fábio barbosa:
- Exemplos emblemáticos e o envolvimento do presidente da empresa são fatores primordiais para realizar a mudança nas empresas;
- O jogo é duro, mas nós vamos jogar na bola e não na canela;
- Sustentabilidade é criar vínculos com consumidores, funcionários e a sociedade como um todo;
- Podemos escolher o que semear, mas só vamos colher o que plantarmos;
- O que funcionários precisam é de desafios. Eles precisam conhecer a missão da empresa e acreditar nela;
- Eu gerencio esse modelo focando no cliente. A partir daí é que eu gero valor para os acionistas (Citando CEO da Unilever);
- Diversidade extrapola as questões físicas ou opcões religiosas. Tem a ver com reunir pessoas que pensam diferente;
- Sustentabilidade é reconhecer o papel das empresas na sociedade;
- Nao dá para ir bem em país que vai mal, em que a sociedade vive insegura. Empresas precisam assumir responsabilidade nesse processo;
- A confiança nas empresas precisa ser reconquistada. O único caminho é com ética e transparência;
- O valor das empresas está relacionado com a perspectivas de negócios futuros;
- Falso dilema: ou você busca lucro ou você faz negócios do jeito certo;
- Com a crise financeira, alguns temas emergiram: valores, liderança, ética e confiança;
- Sustentabilidade é muito mais do que uma agenda ambiental;
- Com as redes sociais, não existe on e off. Voce está sempre on;
- Impacto dos stakeholders na gestão: 58% vindo de consumidores e 45% vindo dos funcionários nas empresas;
- O mundo está cada vez mais interdependente, com uma sociedade cada vez mais conectada;
- O que a crise de crédito mostrou foi que mundo está interligado demais. Não dá mais para resolver os problemas atuais sozinho;
Michael Porter:
- Brasil precisa investir cada vez mais nas pessoas. Precisa investir em mais treinamento para gerar inovacão;
- O Brasil está indo OK. Ainda existem questões importantes para solucionar: burocracia, gastos governamentais, etc;
- Brasil precisa comecar a pensar em não deitar sobre todos os elogios vindos da comunidade no exterior. Precisa investir em patentes;
- Os valores dos clientes mudaram significativamente nos últimos anos. Estão mais voltados a valores ligados a sustentabilidade;
- No Brasil há muita oportunidade de crescimento e internacionalizacão maior das empresas;
- Precisamos ampliar nossa percepcão da realidade. Visão do modelo capitalista é míope. Empresas precisam mudar suas percepcões;
- As empresas precisam recuperar o respeito da sociedade. Por isso o tema sustentabilidade é fundamental;
- Consumidores estão cada vez mais conscientes de que sustentabilidade é uma estratégia eficiente;
- Problemas existentes nas empresas em relacão a estratégia: falta de comunicacão e falta de responsabilizar alguém pelas acões;
Tom Peters:
- Ouvir é uma profissão. Ouvir deve ser o valor organizacional nº 1;
- Ouvir é marca fundamental do respeito. Ouvir é coracão e a alma do comprometimento(engagement). Ouvir é a base da colaboracão verdadeira;
- Pedir desculpas é o gesto humano mais mágico e o que resolve a maioria dos problemas;
- Dica e recado para os gerentes: conte quantas vezes você disse obrigado e parabéns para seus funcionários;
- A necessidade humana mais profunda é a necessidade de ser reconhecido;
- As quatro palavras mais importantes em uma organizacão são “What do you think?”(o que você acha?) . Trata-se de respeito e dialogo;
- Selecionar e capacitar o seu quadro de gerentes da primeira linha é uma atitude estratégica de suma importância;
- líder é alguém que ajuda outras pessoas a terem sucesso;
- Organizacões só existem por um único motivo que é servir. Isso vale para qualquer tipo de organizacão;
- Tudo se resume a pessoas, clientes, acão e valores organizacionais;
- O poder de mercado das mulheres é duas vezes maior que poder da India e a china combinados. As mulheres são o mercado;
- Toda criança nasce artista. O segredo é permanecer artista. Elas são exploradores artisticos;
- Criatividade humana é a forca motrix da economia;
- Design é a unica coisa que diferencia um produto de outro. Para a BMW, design é uma religiao;
- Gerentes de primeira linha são muito mais importantes que os Vice-presidentes, pois estão em contato direto com os funcionários;
- Você deve fazer alguma coisa quando alguém diz “isso é loucura”. Quando diz que é “bom” é porque alguém já está fazendo;
- Voce deve tratar seus funcionários como trata os clientes. Funcionários em primeiro, clientes em segundo;
- Os simples são os melhores e bom senso sempre é importante;
- Execucão eh 98% da estrategia;
- Formacão e capacitacão da gerência média deve ser o item nr. 1 na agenda das empresas;
- Causa nr. um da insatisfacão dos funcionários nas empresas: gerência média;
- Problema nr. um das empresas é a comunicacão entre as pessoas;
Um abraço.
“Keep the Faith”
Twitter: @blogdomarcelao
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August 26, 11:46 AM
Silvio Meira no Fórum HSM de Estratégia – 1ª parte
Vocês se lembram de eu dizer, neste post sobre a presença das empresas nas redes sociais online, que a conversa continuaria com Silvio Meira no Fórum HSM de Estratégia? Pois continuou. E foi ainda mais esclarecedora do que eu previa, tão esclarecedora que precisarei de dois posts para apresentá-la.
Nesta primeira parte, quero que vocês observem com muita atenção a matriz abaixo:
Essa matriz foi criada por Ikujiro Nonaka (sim, o pensador do “ba”, que já foi nosso tema em HSM Management, um dia escrevo mais sobre ele aqui). Nonaka propôs, em meados dos anos 1990, que os mecanismos de criação de conhecimento podem ser representados por uma espiral de transições entre conhecimento tácito (aquele que se sabe, mas não se sabe por que) e explícito (o que se sabe e dele sabe-se os porquês).
Pela matriz, a gente entende que a evolução do conhecimento dentro das empresas passa por quatro estágios (e agora cito as explicações de Meira): socialização (interação entre indivíduos sobre algum assunto), externalização (explicitação e distribuição do conhecimento; formação de grupos que “entendem” desse assunto), combinação (criação de módulos mais complexos de conhecimento pela combinação de conhecimento explícito conhecido; é o estágio de formação ou redefinição da “organização”) e internalização (a conversão de conhecimento explícito que acabou de ser criado também em conhecimento tácito de grupos e indivíduos).
O conhecimento sobre redes sociais (e, portanto, também o conhecimento que vem através delas) tende a seguir essa lógica, tal e qual. Há empresas que ainda não estão nem no estágio de socialização e, portanto, longe de chegar ao desejável estado de internalização. Mais tarde escreverei sobre os níveis estratégicos de uma empresa em relação às redes sociais, conforme apontados por Meira. Interessantíssimos. Mas, por enquanto, vale o exercício de encaixar a situação atual de sua empresa em um desses quadrantes.
Se suas empresas nem autorizam o uso de redes sociais pelos funcionários, sinto dizer que nem no primeiro quadrante, o da socialização, elas se encontram. Silvio Meira definiu bem: “Quase todos os teóricos e práticos de redes sociais tratam o assunto como se fosse possível ter, fora da empresa, uma estratégia competente de redes sociais quando, dentro de casa, não se usa redes sociais na [re]construção permanente do negócio”. E disse mais: “Assim, excetuando-se alguns poucos encarregados da tal ‘estratégia externa’ de redes sociais da corporação, ninguém sabe direito quais são as ameaças, oportunidades, pontos fortes e fracos das redes sociais nas empresas”.
(Se vocês me perguntarem se tenho certeza do que estou falando, vou responder exatamente como Meira respondeu no evento: não. Mas ele observou o seguinte: “Se alguém disser que sabe bem o que fazer, esse alguém é picareta, pode ter certeza. O truque agora é atuar segundo o acrônimo T.E.A.: Tentar – Errar- Aprender. E essas são boas tentativas.”)
PS: Pergunta que não ofende: Estratégia externa já funcionou algum dia?
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August 26, 08:43 AM
Táticas para receber o aumento tão desejado
Estava conversando com um jovem vendedor, que estava muito insatisfeito com o seu salário, e ele me disse: – Puxa vida Julio Sergio, me ajuda a pedir um aumento. Eu falei: – Olha, há algumas táticas para fazer isso. Na maior parte das vezes, as empresas não reconhecem o nosso talento. Eu acho que esse é o seu caso.
Foi então que recomendei: – Sabe o que você deve fazer? Vai lá, procura o seu chefe, tenha uma conversa franca com ele e pergunta se ele está satisfeito com o seu trabalho, com seu desempenho. Se ele disser que sim, que é o que você espera ouvir, então você fala: – Chefe, eu estava precisando de um reconhecimento maior para o meu esforço. Preciso de um aumento.
Aí, você descreve tudo que você tem feito pela empresa e que justificaria esse aumento. Tudo de forma tranquila, sem se exaltar, sem chorar, sem ser piegas – ou seja, ser humilde demais. Leve o chefe a ter uma conversa clara com você. Pode ser que ele descubra que, realmente, foi injusto com você, não reconheceu seu talento.
Agora, para pedir aumento você deve estar preparado para receber um não. Se receber um não, saiba que o mundo não acabou ali. Significa dizer que seu chefe não reconhece todo aquele talento que você imagina ter ou que ele não tem condições para te dar um aumento. Para cada uma das situações existem alternativas.
O que você não pode é trabalhar insatisfeito sem compartilhar com seu chefe suas insatisfações. Até mesmo as suas queixas. Chefe por ser chefe precisa cuidar dos seus subordinados. Desenvolva uma tática, veja o melhor momento para falar com ele e vá buscar o aumento que você se julga no direito. Boa sorte e cuidado com esse dinheiro extra que você vai receber. Como sempre digo, dinheiro não admite desaforo.
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August 24, 06:58 PM
Escolas de Administração
Durante a palestra realizada hoje no Fórum HSM de Estratégia Tom Peters questionou o papel das escolas de administração, dizendo que elas são ótimas para ensinar coisas irrelevantes e péssimas para ensinar coisas úteis.“Quantos cursos sobre gente há nas faculdades de administração”?,questionou.”Nao é sexy ensinar vendas nas faculdades de administração”. Alguém concorda?
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August 24, 06:46 PM
A Economia da Mulher
O crescimento econômico é impulsionado pelas mulheres. Quem falou isso foi Tom Peters, na abertura do Forum HSM de Estratégia, realizado em São Paulo. Peters afirmou que o poder de mercado das mulheres é maior que duas vezes o poder de mercado da China e da Índia juntos!
“Nos EUA 83% dos bens de consumo são comprados pelas mulheres e 90% das decisões relativas à saúde são delas. Para ele, as mulheres são o mercado. O guru apontou as estatísticas que mostram que um homem pode recomendar uma empresa para 2,6 pessoas, enquanto a mulher recomenda para 21 pessoas. “As mulheres se concentram mais nos relacionamentos”, afirma.
O surgimento das mulheres no poder tem surgido em todos os meios econômicos e este fenômeno esta crescendo porque as mulheres estão provando serem mais bem sucedidas nas escolas que os meninos: “70% das pessoas que se formam nas universidades são mulheres e isso esta acontecendo no mundo todo”. Quem diria? -
August 25, 12:23 PM
Cameron Diaz e o que não fazer nas redes sociais
Na semana que passou, circulou por aí uma lista das celebridades mais perigosas da internet, encabeçada pela atriz Cameron Diaz. Uma pesquisa mapeou que famosos costumam servir de isca para que navegadores incautos caiam em sites falsos e outras armadilhas online armadas por seus fakes.
E o que a comunidade de negócios tem a ver com isso? Por incrível que pareça, tudo. Tais celebridades acabam sendo utilizadas para esses fins escusos muito provavelmente porque não ocuparam direito o lugar que lhes cabia neste mundo online. Não estou dizendo que artistas são obrigados a ocupá-lo, longe disso. Mas…. empresas o são.
Sim, esse é mais um item na agenda dos gestores corporativos, gostem da ideia ou não. Pelo menos, para os que querem zelar por sua reputação e credibilidade, por terem entendido que isso está diretamente relacionado com o cuidado com o negócio presente e a “alimentação” do negócio futuro. E a construção/manutenção da reputação nas redes sociais online tende a estar entre as prioridades da agenda.
Porém… é fácil falar, mas não é fácil fazer. Como ocupar um lugar ao sol no sistema solar online? Algumas receitas vêm pipocando aqui e ali, do tipo “dez maneiras de brilhar nas redes sociais”, mas eu particularmente acho que cada empresa tem de adaptar tais receitas a suas pessoas, sua cultura, seu jeito de ser – de maneira espontânea e autêntica. Redes sociais pedem (exigem) espontaneidade.
Como costuma dizer o Tom Peters, que eu vi hoje de manhã, os “TO DON’Ts” são mais importantes que os “TO DOs”, em qualquer área. Então, este post é para dizer o que não fazer (”TO DON’Ts”) em relação às redes sociais online:
1) Não abrir mão de ocupar e sedimentar seu espaço nas redes.
2) Não fazer uma ocupação puramente marketeira, como se fosse mais uma campanha na TV (ou seja, DNA unidirecional apenas adaptado para a internet interativa), porque soará falsa. Um perfil de Twitter que funcione como um “telemarketing terceirizado à moda antiga” (não falo de redes de parceiros) também soará falso, porque pouco harmonioso com a organização.
3) Não colocar um estagiário “quebra-galho” da geração Y como “avatar online” da empresa. Muitos gestores vêm pensando nessa solução, esquecendo-se de que esse jovem, méritos e qualificações à parte, dificilmente já estará capacitado (estrategicamente, inclusive) para relacionar-se com as pessoas em nome da empresa.
O assunto está só esquentando, como vocês devem imaginar.
TO BE CONTINUED… (Amanhã tem Silvio Meira no Fórum HSM de Estratégia e o tema vai continuar com ele.)
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August 24, 06:37 PM
A próxima onda? Contratar ex-garçons que sorriem (naturalmente)
Agora de manhã, no Fórum HSM de Estratégia, Tom Peters me fez lembrar de quando fiz trabalho voluntário no Hospital Infantil Darcy Vargas, aqui em São Paulo. Duas vezes por semana eu passava duas horas com crianças carentes e doentes, algumas com doenças muito graves. Lembro que, do alto dos meus 14 anos, eu olhava as caridosas “madames de 50″ e me incomodava, porque, embora tratassem relativamente bem as crianças, tratavam as mães destas como deviam tratar as empregadas ou faxineiras de casa, com soberba e displicência. Eu e a minha turma de teens nos esforçávamos para fazer radicalmente o contrário (acho que nos sentíamos a própria Resistência Francesa): servir as crianças e servir suas mães com excelência (embora não tivesse a noção dessa palavra na época).
Foi uma experiência intensa na minha vida, durou dois anos e talvez eu nunca tenha me dado conta da importância dela até este momento. Não me refiro à prática da humildade ou algo que o valha, vejam bem; estou falando, como Peters falou hoje, da prática de servir os outros, independentemente de quem eles sejam. Líderes devem servir os que lhe são subordinados no organograma, clientes devem servir fornecedores (fornecedores servir clientes já é de praxe, por isso nem falo), todos devem servir todos. Tanto que Peters disse, brincando porém a sério, que um item valorizado no currículo de qualquer candidato a emprego deveria ser a experiência prévia como garçom ou garçonete.
E o irreverente Peters não parou por aí. Outra coisa extremamente importante, disse ele, é contratar gente que sorri fácil e naturalmente. Bobagem? De jeito nenhum, concordo totalmente. Vi como sorrir para aquelas crianças e mães fazia uma diferença absurda, brutal.
Sabem o que mais Peters disse? “Demorei para entender, mas agora tenho certeza disto: a gestão (e o êxito) empresarial depende essencialmente de pessoas e estas são suscetíveis a coisas muito simples e humanas, como uma atenção ao servir, como um sorriso. No final do dia, é isso que conta; e conta muito mais do que estratégia ou outra coisa qualquer. Pessoas fecham grandes negócios ou inovam tomando chá, almoçando, batendo papo, sorrindo umas para as outras.”
Antecipando-me ao contra-intuitivos…. será que dá para medir os sorrisos e a prática de servir? Aparentemente dá. Peters mostrou uma série de fatos que comprovam o sucesso da humanização em negociações ao longo da história, relacionados com Nelson Mandela (um craque do sorriso) e General Eisenhower (um craque em fazer amigos), entre outros.
Mas faço (e enfatizo) um adendo: toda essa atitude precisa ser espontânea, verdadeiramente humana. As pessoas precisam querer realmente sorrir, querer realmente servir, querer realmente fazer amigos. Não é treinamento, não é máscara socioprofissional. Uma estratégia de sorrisos ou qualquer tipo de falsidade são detectáveis e fatais. Por isso, a próxima onda também é contratar as pessoas certas, as que sorrirão e servirão; as que farão os outros sorrir; as que criarão um ambiente propício – e propenso – a sorrisos.
O hard (estratégia, finanças etc.) é soft. E o soft, esse sim, é hard. E é esse que realmente importa. Foi Tom Peters que disse. E eu acredito.
PS: Combinei uma bela entrevista com Peters para a HSM Management novembro-dezembro, que já teve uma sessão. Não percam!
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August 25, 01:25 PM
Por que você está desempregado?
Frequentemente recebo perguntas do tipo: Se há oportunidades sobrando diante do aquecimento da economia, por que, então, não consigo emprego? A verdade é que hoje no Brasil existe mais emprego do que gente capacitada para ocupar as vagas que se abrem. O que não há é desemprego para aqueles que estão preparados para o mercado de trabalho. O que você deve fazer?
Algumas ações podem ser feitas, por exemplo, comece vendo o que você quer. Que tipo de trabalho você quer, onde você quer trabalhar, que lugar valorizaria suas habilidades, coisas assim. O próximo passo é descobrir onde estão as oportunidades que você está interessado em se candidatar, se em empresas privadas, se no Governo. Aí vem o terceiro passo, que é importantíssimo. Você precisa descobrir o que se está exigindo dos candidatos para conquistar uma vaga.
É um conjunto de requisitos, de competências e habilidades. Para isso é preciso que você faça uma análise profunda das suas credenciais, ou seja, daquilo que você sabe fazer. Procure ser sincero consigo mesmo. A partir dessa auto-avaliação, compare com tudo que você descobriu das empresas em que pretende trabalhar.
Certamente você vai dizer: “Ah, estou pronto, tudo que a empresa exige eu já tenho”. Nesse caso, é hora de bater à porta da empresa que você está de olho. Agora, há uma outra possibilidade, que não deve ser desprezada. Pode ser que faltem algumas ou todas as habilidades. Nesse caso, nós vamos para o próximo passo que é você adquirir essas competências. Aí sim você estará pronto para buscar a sua vaga. Ela está lá lhe esperando. Só me resta dizer: parabéns pelo seu sucesso!
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August 22, 05:48 PM
Post-its de domingo: O rio, a árvore, as moças e a velha (ou inovação em liderança)
Vocês poderão conferir na HSM Management setembro-outubro a entrevista bacana que fiz com César Souza em torno de sua proposta de liderança 2.0, que rompe com vários dos padrões que encontramos hoje no mundo empresarial. Sabendo que César aprecia literatura, especialmente o realismo fantástico latino-americano de García Márquez e Vargas Llosa, ocorreu-me antecipá-lo aqui com a metáfora de um conto infantil da linha do “fantástico” que minha mãe lia para mim quando criança e que agora estou lendo para meu filho. Chama-se “Os príncipes coroados”, o autor é Theobaldo Miranda Santos e aparece no livro “Contos Maravilhosos”, de 1967.
O enredo básico do conto é o seguinte: Uma velha quer salvar três meninos que foram afastados da mãe e transformados em pedra por tias invejosas, e decide ir à Casa do Sol perguntar-lhe o que fazer para salvá-los. No caminho, um rio, uma árvore e três moças pedem à velha que pergunte ao Sol também como solucionar seus problemas: o rio, belo e caudaloso, não tem peixes; a árvore, bela e frondosa, não produz frutos; as moças, belas e ricas, não conseguem se casar. A velha assim faz e o Sol lhe dá as respostas, a sua e as dos outros. As moças precisam parar de cuspir para o lado em que o Sol nasce; a árvore deve se livrar do baú de moedas de ouro enterrado em suas raízes; e o rio tem de afogar alguém.
Comecei a enxergar um paralelo entre o conto e os conceitos de César com o rio, a árvore e as moças, que, a meu ver, servem de metáfora para os líderes natos, um dos cinco mitos atuais de liderança que César tenta derrubar (para ele, não existe isso de se nascer líder, pronto, assim como não existem características comuns aos líderes. Duas pessoas podem ser radicalmente diferentes entre si e, ainda sim, serem ambas líderes.). O rio, a árvores e as moças se consideram e são considerados líderes (são todos belos, afinal), mas não o são. É só quando se dispõem a aprender que se tornam líderes efetivamente e só podem ser julgados líderes porque aí têm realizações notáveis – no caso, gerar peixes, frutos e família.
Um dos conceitos mais diferenciados de César Souza diz respeito justamente ao que é ser líder. Para ele, é ter realizações notáveis, nada além ou aquém disso (ou seja, não é ter um monte de gente lhe seguindo). Os cincos pontos do esquema de liderança de Souza saltam aos olhos na simbólica história infantil e os trago para cá em uma versão inusitada dos post-its de inovação dominicais:
- NÃO FORMAR SEGUIDORES MAS OUTROS LÍDERES. As moças precisavam parar de querer apenas seguidores, o que a arrogância simbolizada no cuspe para “alguém maior” (o Sol) evidencia. Cessaram e se casaram. (Confunde-se ser líder com ter seguidores, alerta César Souza. Na verdade, um líder verdadeiro forma outros líderes.)
- FAZER DIFERENTE DO ESPERADO, SURPREENDER. A árvore devia se libertar dos resultados usuais, representados literalmente, nesse caso, pelo dinheiro. (César Souza diz que o líder é aquele que surpreende, fazendo além do esperado, o que não significa necessariamente fazer mais do que as metas, em geral financeiras, e sim fazer diferente.)
- TER UMA CAUSA. O rio necessitava de uma causa, traduzida na forte metáfora de afogar alguém. (Para César Souza, não há liderança sem causas dignas.)
- LIDERAR 360 GRAUS. A velha liderou 360 graus, porque inspirou o rio, a árvore, as moças e até o Sol, enquanto buscava resolver a questão mais direta dos meninos. (Para César, um líder real lidera não só verticalmente, quem está abaixo de si, mas em todas as direções, acima, abaixo, dos lados etc.)
- TER VALORES. Todos os personagens tinham seus valores, embora diferentes uns dos outros. Eu acrescentaria que, neste universo simbólico da literatura, não é à toa que a velha é uma velha, sinônimo de experiência, e que quem tem as respostas é o Sol, sinônimo de energia e vitalidade. (Para César, não há liderança sem valores.)
(Dificilmente uma pessoa sozinha preencherá o tempo todo os requisitos desse inovador líder 2.0. Três características dessas ao mesmo tempo talvez sinalizem esse tipo de liderança avançada, na minha opinião. Mas, diga-se, a velha era uma líder inconstestável, porque não apenas liderou 360 graus e possuía valores, como tinha uma causa –a de desencantar as crianças–, formou líderes –o rio, a árvore e as moças– e surpreendeu com resultados além dos planejados, porque ficou com o ouro do baú desenterrado da árvore e ficou com sua própria vida ao atravessar o rio antes de lhe contar o que ele precisava fazer.)
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August 05, 10:24 AM
Marcas, Política e Redes Sociais no Brasil
Recentemente, cedi uma entrevista sobre o uso das redes sociais para estratégias de marca e campanhas políticas. Decidi então compartilhar essas informações com os leitores da ResultsON.
Como são feitos os monitoramentos de marcas nas redes sociais?
Não estamos falando exatamente das redes sociais, pois elas são apenas ferramentas, mas da inteligência coletiva aberta. Pessoas estão trocando milhares de informações, incluindo seus desejos e suas opiniões sobre marcas e produtos, criando além de uma fonte de informação e pesquisa amplamente acessível, um canal aberto e gratuito de comunicação.
Existem diversas ferramentas na web que servem para fazer este trabalho. Elas estão disponíveis a todos. Quando se trata de empresas, sua estratégia pode ser baseada em aproximação das pessoas através de novos sistemas de atendimento. Já que as pessoas que estão no ambiente online, querem resolver seus problemas na mesma plataforma e na mesma velocidade.
Mas a estratégia pode ser focada na produção de conteúdo relevante para determinados grupos, gerando interesse, aproximação e identidade com a marca, que passa a ser compartilhada e se tornando entretenimento e experiência. Existe o ranço da publicidade invasiva dos meios tradicionais. O caminho então é oferecer agilidade no atendimento ou ser interessante a ponto de as pessoas – que já estão nas redes antes dela chegar – aceitarem esta relação e se abastecerem dela. Surge então uma nova forma de análise de resultado baseado nesses monitoramentos, o chamado ROE (Returno on Engagement).
A partir destes dados, são tomadas q tipos de medidas? Geração de pauta, direcionamento de posts, etc…
Movimentos negativos implicam em soluções que os neutralizem. Já os positivos podem ser oportunidades para criar alguma ação que contemple até as mídias de massa. Variam da plataforma de presença digital que foi criada, quais são os canais de contato disponíveis, em quais comunidades ou redes estão acontecendo determinada manifestações sobre a marca. No geral, é importante entender que as redes sociais na internet são como na vida real, mas com um poder de disseminação gigante. Respeitar o espaço, iniciar um diálogo, escutar essas pessoas e criar soluções. É possível reverter um movimento negativo para citações positivas, desde que essas pessoas sejam realmente entendidas e atendidas.
A verdade sempre se torna absoluta no ambiente social da internet. Se há citações negativas, é porque existe algo errado e as pessoas estão querendo ser ouvidas. O que diferencia uma marca neste contexto é enxergar isso como oportunidade. Este é um nível embrionário da relação entre marcas e pessoas através das novas tecnologias de rede. Já estamos avançando para a produção baseada na inteligência coletiva, onde as pessoas se interessam em compartilhar idéias para o desenvolvimento de produtos, tecnologias e processos que elas próprias vão consumir. Para representar esta nova forma de comunicação é usado o termo C2W – Consumer to World.
Junto a este fenômeno, existe a revolução dos dados, que não é tecnológica, mas totalmente social. Na era dos dados, não existem possibilidades de vender de forma automática e fria como sempre foi feito. Agregue emoção e sentimento em seus produtos e processos, as pessoas irão compartilhar esta experiência em suas redes, gerando um novo formato chamado Comércio Social.
Como os políticos estão utilizando estas ferramentas?
Na política, a atuação é mais complexa. Digamos que as pessoas estão desacreditadas. Existe um histórico muito negativo na relação entre os representantes públicos e a sociedade. A grande estratégia é criar canais e processos de aproximação e de reconquista da credibilidade. As pessoas estão esperando a oportunidade de poder fazer o que sempre quiseram: dizer o que pensam, expor suas necessidades e cobrar aqueles que elegeram como seus representantes.Mas o que vemos é um uso indevido das redes sociais por parte da maioria dos políticos, com algumas exceções. Por outro lado, surgem novos nomes da política que servem de exemplos, são candidatos que estão fazendo um belo trabalho, pois é visível sua disposição de aproximação e uma nova forma de atuar como representante público. No restante, encaram as redes sociais como as velhas mídias. Tentam controlar, manipular, ignorar as pessoas ali presentes, apenas enviando uma mensagem, como se fosse um velho “jingle” ou um insignificante “santinho”.
Há ferramentas para arrecadação de verbas que são solicitadas/utilizadas?
Diferentemente de outros países, principalmente dos E.U.A, nosso processo eleitoral não está baseado na arrecadação em massa, já que ela é feita diretamente com empresas e outros interessados, gerando um grande problema fiscal no processo eleitoral. Entretanto, um partido ou candidato pode arrecadar fundos entre a sociedade, desde que declarem corretamente todos esses meios e receitas para os órgãos eleitorais. Há uma tendência deste tipo de campanha, aberta pela candidata a presidente Marina Silva.
A campanha de Obama será um benchmarking para outros candidatos?
Obama foi o grande precursor do uso das novas mídias numa estratégia política, mas não vejo como referência para o Brasil neste momento, com ressalva o fato de ter se mostrado “um ser humano”, e não só um candidato cercado de elementos publicitários e pela criação de abordagens diferenciadas possibilitadas por esses novos canais, construindo uma imagem de mudança, de esperança.
No Brasil, ainda precisamos nos aproximar das pessoas, criando canais para isso. Contudo, a estratégia Obama não é referência porque o contexto é outro, a relação das pessoas com as novas redes já evoluiu. Porque na América, o processo eleitoral é completamente diferente. Lá existe uma participação política muito ativa das pessoas, enraizada na sua própria cultura, possibilitando até na contribuição financeira e consumo de souvenires, gerando a fundamental captação de recurso. E pelo que eu considero o maior erro: o governo Obama não ter utilizado as redes sociais, tão fortalecidas durante a campanha, como ferramenta de gestão compartilhada após sua entrada na Casa Branca. Esta sim teria sido a grande revolução e a principal referência para todos nós.
Leandro Ogalha é empreendedor pela IdeiaLab, curador do coletivo Intervenções e dirige a área de Estratégia e Conteúdo da agência Tboom Interactive.
Leandro Ogalha dirige a área de Estratégia e Conteúdo da agência Tboom Interactive (www.tboom.net). Recentemente cedeu uma entrevista sobre o uso das redes sociais para estratégias de marca e campanha políticas. Decidiu então compartilhar essas informações com os leitores da ResultsOn.
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March 29, 10:19 AM
A visão da Amazon.com
Há alguns meses, tive a oportunidade de assitir a palestra de Andreas Weigend, ex-cientista-chefe da Amazon.com e gostaria de compartilhar com vocês esta experiência.
Entender como clientes se comportam na internet, construir um cultura centrada neste comportamento e gerir as métricas para o desenvolvimento dos produtos e da satisfação de compra.
Em uma exposição didática sobre redes sociais e sua influência nos negócios, Andreas conseguiu expor todo seu conhecimento sobre o uso da informação dos consumidores para o negócio de qualquer empresa, independente do ramo de atuação ou volume de faturamento.
Não estamos falando exatamente das redes sociais, pois elas são apenas ferramentas, mas da inteligência coletiva aberta. Pessoas estão trocando milhares de informações, incluindo seus desejos e suas opiniões sobre marcas e produtos. Criando além de uma fonte de informação e pesquisa amplamente acessível, um canal aberto e gratuito de comunicação.
Ao longo do tempo, as novas mídias sempre utilizaram de técnicas anteriores para se projetar, como foi o caso da televisão, criando programas baseados em cases do rádio. Mas televisão não é rádio da mesma forma que internet não é TV. Ou seja, as empresas não estão mais no poder quando se fala de suas marcas, pois elas não comandam mais a comunicação milionária através das mídias tradicionais. Num momento em que as pessoas trocam informações livremente, as empresas precisam entender que agora é preciso dialogar, e muitas ferramentas estão disponíveis para isso.
Muito interessante foi o uso do termo C2W – Consumer to World para representar esta nova forma de comunicação. As pessoas produzem o conteúdo e se comunicam com o mundo. Querem saber as opiniões dos outros, se juntam em grupos e muitas vezes falam sobre o que as empresas já deveriam falar, saindo na frente delas.
Este e o novo marketing, muito mais barato e acessível. Canais como o Twitter, o Facebook e o LinkedIn foram amplamente explorados como ferramentas de comunicação para o processo C2W. A exemplo do search no Twitter e você pode saber em tempo real o que estão falando sobre sua marca e até gerar retorno a este usuário, administrando a situação e trazendo a pessoa para um segundo passo, que seria uma relação com foco no conhecimento mais profundo sobre seus hábitos, iniciando todo o processo de fidelização e venda. Tal como o Facebook, com números crescentes a cada dia, se tornou um canal global de comunicação, permitindo a criação de aplicativos para promover produtos, eventos e até pesquisas.
Estamos falando da revolução social dos dados, que não é tecnológica, mas totalmente social. As pessoas têm expectativas, mas você precisa identificá-las, a partir disso, então terão vencido o filtro social e obterão grandes oportunidades de negócios e relacionamento.
Outro termo colocado por Andreas foi o Comércio Social. Na era dos dados, não existem possibilidades de vender de forma automática e fria como sempre foi feito. Agregue emoção e sentimento em seus produtos e processos.
Ficou claro que todos podem explorar a revolução social dos dados, mas existem técnicas para isso, e são bem diferentes das usadas até hoje. As pessoas estão no poder, e isso não é uma previsão, é uma realidade.
Leandro Ogalha é empreendedor na web através da IdeiaLab e suas startups
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February 22, 10:48 AM
Qual é o seu conceito de rede?
É assustadora a disparidade de conceitos que a internet disponibiliza para as pessoas. Varejistas a enxergam como uma loja sem IPTU, profissionais de marketing a vêem como mais um canal para transmitir uma mensagem publicitária, políticos acham que é uma escola eleitoral para disparar santinhos eletrônicos e dizer o que estão fazendo em 140 caracteres, acreditando fielmente que estão prestando contas a população e boa parte dos usuários, acabam usando como um mural de recados. Claro, existem suas exceções em todos os exemplos. Hoje já estamos reaprendendo a usar a internet.
Mas não existe a forma correta, já que acredito no laboratório contínuo para a evolução da relação em rede. Mas tenho certeza de que existe o formato errado, o da centralização de conteúdo e da comunicação unilateral. Esta prática age contra o conceito real de rede, pois se não permite compartilhar.
O principio das redes não é exatamente o meio ou a ferramenta, mas a interação das pessoas diante de um tema comum, todas conectadas entre si, trocando informações. E na internet, o link e o conteúdo são responsáveis pela sua formação, pois possibilitam a ampliação do grupo por meio da troca, da geração de valor e da manutenção desses relacionamentos.
Estabelecido o conceito de transferência mútua de informações entre pessoas conectadas, surge um novo prisma ainda não identificado, ou mal utilizado pelas empresas: A inteligência coletiva.
Pessoas conectadas geram conteúdo, como conseqüência, inteligência. Marcas que antes pagavam milhões por pesquisas de opinião e ações de marketing agora têm a sua disposição mais que os olhos e os ouvidos das pessoas, têm a sua voz, que talvez neste momento interesse mais.
As pessoas querem criar produtos, pensar ações, resolver problemas de gestão pública, votar leis, gerar conteúdo, promover ajuda civil e resgate social.
Pesquise e você vai encontrar comunidades online de cientistas nucleares autônomos, índios que monitoram suas terras via satélite e mulheres que, sozinhas, desenvolveram a sustentabilidade do seu pequeno povoado. O Brasil é líder em inovação social e importa inteligência coletiva, construída por meio das redes.
Todos se interessam em contribuir sob vários aspectos, pois descobrimos o poder de voz através de novos meios. E algumas empresas morrem de medo disso, pois não controlam mais as suas marcas. A comunicação agora é em rede e não há domínio absoluto sobre ela. O primeiro passo pode ser o simples convite: Vamos pensar juntos?
Leandro Ogalha (28) é empreendedor na web através da IdeiaLab e suas startups
Posts
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March 08, 10:02 AM
Palestras e Matérias
Maio/2010 – IdeiaLab na ResultsOn Week – São Paulo
Leandro Ogalha foi um dos palestrantes da ResultsOn Week 2010. Evento realizado pela Six Pix no Teatro Vivo (SP), que contou com os principais nomes da comunicação, gestão e inovação. Sendo um dos mais novos participantes do evento, dialogou com a platéia sobre as questões que envolvem a revolução social através das novas mídias e sobre o comportamento da geração Y. Com uma visão abrangente sobre a inteligência coletiva e sua importância na gestão das marcas, apresentou detalhadamente o formato de gestão da IdeiaLab e seus cases, lançando no evento seu novo projeto, o Coletivo de Inovadores.
View more presentations from Leandro Ogalha.O evento foi transmitido ao vivo pela internet, atingiu o Trend Topics Brazil (#onweek) no Twitter e teve um potencial de audiência de quase 3 milhões de pessoas (gráfico abaixo).Dez/09 – IdeiaLab na Jornada de Tecnologia do Banco do Brasil – Brasília
Painel sobre Geração Y, Novas Mídias e Inovação. Centro de Tecnologia do Banco do Brasil. Palestrantes: Adriana Salles Gomes (HSM Management), Walter Longo (Newcomm – Young & Rubicam) e Leandro Ogalha (IdeiaLab) – Mediação Marcelo (BB).
Agosto/09 - Leandro Ogalha na Revista HSM Management
A Revista HSM Management é uma das publicações mais respeitadas quando se trata de gestão e marketing em todo o mundo. Da empresa HSM Inspiring Ideas, que organiza o maior evento corporativo do Brasil (HSM Expo), a revista é uma publicação que inspira e orienta os CEO´s das principais empresas.
Leandro Ogalha é colaborador do blog HSM, onde aplica seu conhecimento e sua visão sobre inovação e comunicação para dialogar com os gestores das empresas.
Nesta edição, teve parte de um dos seus posts do blog selecionado para a a revista. Seu texto foi escolhido entre muitos e é apresentado junto com grandes nomes do mundo corporativo.
Confira na página abaixo a sua citação
29/07/09 – IdeiaLab no Fórum Empresarial de Guarulhos
Na noite de 29 de julho, aconteceu a 13ª edição do Fórum Empresarial de Guarulhos no Ceasar Park Hotel. O objetivo do empresariado foi debater as novas formas de comunicação entre empresa e seu público utilizando as novas mídias, como as redes sociais.
Com o tema “Sem Fronteiras: As inovações na Comunicação”, Rodrigo Barros, presidente do Grupo Segredo do Sucesso, convocou um time de especialistas para debater o assunto. Participaram: Leando Ogalha, fundador da incubadora de ideias IdeiaLab, Júlio Cesar Duram, diretor de Concepção e Interface de produtos do provedor Uol e Gil Giardelli, professor do curso de inovação Tecnológica da ESPM. Assista abaixo a entrevista realizada pela TV Gazeta no evento:
24/07/09 – IdeiaLab na Revista ResultsON
A IdeiaLab foi entrevistada pela Editora SixPix, para a plataforma de negócios inteligentes e inovadores, a Revista e Site ResultsOn, umas das publicações mais influentes da nova geração de empreendedores, que tem apoio do Sebrae.
Esta edição aborda as ferramentas digitais, e dentro deste tema, entramos na matéria sobre trabalho em equipe e crowdsourcing na internet.
Leia abaixo a matéria ou acesse o site da ResultsON para ler toda a edição. Junto, um vídeo da entrevista onde Leandro Ogalha apresenta a IdeiaLab e fala sobre o futuro do projeto.
Trabalho em equipe – Entrevista com Leandro Ogalha from resultson on Vimeo.
Maio/09 – Leandro Ogalha na Revista HSM Management
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